1 – Crónica
Mais Uma Vez Faltaram Golos Ao Ataque Portista
No final de tarde deste Domingo o Marítimo recebeu o FC
Porto em jogo a contar para a vigésima terceira jornada da Liga. No final do
encontro verificou-se um empate a uma bola.
De regresso ao campeonato, Vítor Pereira voltou a apostar em
James de início, bem como em
Atsu. Vamos à história deste jogo.
O FC Porto entrou decidido a procurar o golo. Contudo, logo
nos primeiros minutos Vítor Pereira foi obrigado a mexer na estratégia de jogo
que tinha delineado para este encontro, isto porque Atsu lesionou-se e teve de
abandonar as quatro linhas, entrando para o seu lugar Varela. O FC Porto
continuava a sua senda enquanto que o Marítimo reagia timidamente. Ao minuto
31, James activou o marcador provocando uma “explosão” de alegria na bancada
onde se encontravam os adeptos portistas. No entanto a vantagem não durou muito
tempo, visto que ao minuto os insulares restabeleceram a igualdade. E foi com
este resultado que o jogo chegou ao intervalo.
No segundo tempo o Marítimo tentou aparecer em jogo com mais
perigo, apostando principalmente nos contra-ataques. Num desses lances os insulares
ficaram perto de marcar, mas Helton não permitiu os festejos dos da casa. O FC
Porto não baixou os braços. E, ao minuto, Jackson teve nos pés uma oportunidade
de ouro para dilatar o marcador, porém o colombiano falhou a grande penalidade.
O FC Porto ainda podia ter chegado ao golo quer por intermédio de Castro, quer
por Jackson, contudo, o guarda-redes maritimista não permitiu.
Com este empate e com o resultado que se verifica em
Guimarães, o FC Porto poderá ter complicado as contas do título.
2 – Análise
Acabei de chegar dos Barreiros e o meu estado de espírito
encontra-se num misto de tristeza e raiva. Raiva, porque a vitória esteve tão
próxima, bastava que Jackson não tivesse, mais uma vez, falhado uma grande
penalidade, ou que uma das oportunidades de golo fossem concretizadas. Sim,
também é preciso lembrar que realmente do outro lado esteve um guarda-redes que
decidiu dar espectáculo. Ainda assim, não percebo o que é que se passa com o
ataque portista, sem marcar golos dificilmente se ganham os jogos e dessa forma
perdem-se títulos. Triste, porque, apesar de querer manter a chama da esperança
na revalidação do título bem acesa, a verdade é que aos poucos sinto que ela se
apaga.
O jogo… não se esperava que fosse fácil, não só devido às
incidências de Málaga, mas também porque o Marítimo costuma criar dificuldades
no seu terreno. Mas esperava que o FC Porto desse à volta às dificuldades e
mostrasse que o que aconteceu em Málaga foi tão só um acidente de percurso. E,
na minha opinião, os dragões até não jogaram mal, dominaram, criaram perigo mas
faltou o fundamental, marcar. E assim sobrou um empate que pode, ou não, ser
comprometedor nas contas do título.
Na altura decisiva da época, em que devíamos estar no máximo, não estamos e pior, para além da ansiedade e do nervosismo que tira discernimento, ainda damos tiros nos pés e falhamos penalties que podiam fazer a diferença.
ResponderEliminarPaciência, Ana, a vida continua.
Bjs
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