sexta-feira, 30 de março de 2012

Convocados para a Vigésima Quarta Jornada da Liga

Aqui está a lista de convocados de Vítor Pereira para o jogo da vigésima quarta jornada da Liga.

Helton, Bracali, Lucho, Maicon, Alvaro, João Moutinho, Kléber, Hulk, Rolando, Varela, James, Sapunaru, Fernando, Alex Sandro, Iturbe, Janko, Otamendi e Defour.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Vítor Pereira Em Antevisão da Vigésima Quinta Jornada da Liga

Aqui está a antevisão de Vítor Pereira do jogo da vigésima quinta jornada da Liga, frente ao Olhanense.

“VÍTOR PEREIRA: "NO FINAL FAREMOS O BALANÇO DA ÉPOCA"

O FC Porto recebe o Olhanense este sábado às 19h00, em jogo da 25.ª jornada da Liga. Em conferência de imprensa, Vítor Pereira sublinha a competitividade do campeonato mas coloca as atenções no jogo deste fim-de-semana e garante que a equipa vai jogar para conquistar os três pontos.

Faltam seis jogos para a final do campeonato. Tem a noção que precisa de uma melhor equipa para conseguir alcançar seis vitórias?

Tenho noção que o campeonato esta competitivo e é preciso elevar a prestação em cada jogo. Mas neste momento estamos focados no Olhanense. É uma equipa bem organizada, agressiva, com transições rápidas e qualidade técnica. É neste adversário que temos de nos concentrar.

Quando o Benfica estava a frente do campeonato disse que não gostava de outra equipa no primeiro lugar. Mantém o mesmo sentimento perante o Braga?

Não há treinador nenhum no mundo que goste de ver outra equipa à sua frente. A resposta a essa pergunta é óbvia.

A que atribui a irregularidade que o FC Porto tem apresentado nesta época?

Os números traduzem uma diferença de um ponto para o primeiro classificado e estamos totalmente dependente de nós próprios para voltar para voltar à liderança.

O jogo entre o Benfica e o Olhanense serviu para preparar este encontro?

Quando preparamos um jogo, observamos os adversários. Vimos que o Olhanense colocou bastantes dificuldades. É uma equipa compacta e agressiva que explora

a velocidade dos jogadores e queremos controlá-la. Com maiores ou menores dificuldades vamos vencer.

Há algum resultado que lhe de mais jeito no Benfica-Braga?

Vou ficar satisfeito com a nossa vitória. É o jogo com o Olhanense que queremos controlar e não o de qualquer outro adversário.

Haver um jogo entre o Benfica e o Braga torna o encontro com o Olhanense mais importante?

Estamos conscientes que este campeonato é extremamente competitivo. A equipa que conseguir ser mais consistente será a que terá mais possibilidades de vencer. O jogo deste sábado é tão importante como outros.

Tem tido uma postura serena em relação à arbitragem. Pensa que se pode arrepender no final da época?

Antes de qualquer jogo, nunca coloquei em causa qualquer arbitragem. Nos finais dos encontros, quando acho que tenho de comentar um ou outro lance, faço-o mas nunca me ouviram colocar em causa a seriedade de seja quem for.

O Lucho tem jogado como 10. A que se deve isso?

Ele tem feito boas exibições. O nosso triângulo é dinâmico e por isso pretendo que ele baixe no terreno para ir buscar jogo. O importante é manter dinâmica e atingir o jogo ofensivo.

O Fernando começou o jogo em Paços de Ferreira no banco. Isso deve-se ao princípio da chiclete?

O Fernando veio de uma paragem e quando isso acontece, os jogadores não se encontram com o ritmo desejado. Ele é o único jogador com as características de número 6 mas veio de uma lesão e precisa de ritmo.

Considera que a crítica é mais exigente com o FC Porto do que com as outras equipas?

Acho que não. Temos de saber viver com a crítica. No final, faremos o balanço da época e avaliaremos a equipa que ganhou o título. Somos a equipa com menos golos sofridos no campeonato e isso não é noticiado. Como treinador, tenho que avaliar o desemprenho da minha equipa.”

Em

www.fcporto.pt

quarta-feira, 28 de março de 2012

Entrevista de Janko à Revista Austríaca "SportWoche"

Aqui fica a entrevista à revista austríaca "SportWoche".

““Quando Hulk liga o turbo tem de esperar por nós"

Janko concedeu uma longa entrevista à revista austríaca "SportWoche" em que revelou estar encantado com a mudança para o FC Porto e impressionado com a rivalidade existente entre os dragões e as águias. Entre elogios a Falcao e a Hulk, o avançado contou que quase teve um enfarte quando soube do interesse do vencedor da Liga Europa.De avançado para avançado, Janko não poupou nos elogios a Hulk. E usou do humor para o fazer. "Os meus novos colegas avisaram-me logo: quando ele liga o turbo com a bola nos pés, precisa de segurá-la na frente durante uns bons cinco minutos, até que os outros jogadores do FC Porto cheguem. Naturalmente que não é tão exagerado assim...", brincou. Do ponto de vista humano, o austríaco também ficou bem impressionado com Hulk. "Não tem mesmo tiques de estrela. Como brasileiro, vive apaixonado pela bola e tecnicamente é capaz das coisas mais fantásticas."Janko esteve uma época e meia no Twente, onde marcou 35 golos, registo que despertou o interesse do FC Porto, a equipa que tinha visto vencer a Liga Europa uns meses antes. Por isso, não escondeu a felicidade quando foi contactado por dirigentes portistas. "Quando recebi uma chamada do FC Porto, o meu coração futebolístico quase que tinha um enfarte. Se fosse preciso, até a pé vinha para o Porto. Quando se olha para o sucesso deste clube nos últimos anos vê-se que é um dos clubes mais bem sucedidos da Europa e do mundo. Venceu duas vezes a Liga dos Campeões e a Liga Europa. Isto é um excelente cartão de visita", considerou. A pressão que encontrou no Dragão é bem diferente da que deixou na Holanda, mas garantiu estar preparado. "Aqui, uma época sem um título de campeão nacional é uma época perdida. Ser campeão sem chegar aos quartos de final da Liga dos Campeões é aceitável, mas sem razões para euforias", referiu. Pela sua parte, Janko espera marcar muitos golos pelo FC Porto. "O tempo dirá, mas o meu objetivo de marcar golos só será conseguido se tivermos todos sucesso. A concorrência é feroz com o Kléber, por isso não posso adormecer. Quero deixar a minha marca neste clube", assegurou.

"É uma honra continuar o legado de Falcao"

Janko está consciente que não se livrará da sombra de Falcao, mas também não se mostrou preocupado. Pelo contrário. "A pressão existe e as expectativas são enormes, mas isto torna a profissão de futebolista em algo muito honrado, sobretudo quando me dão o voto de confiança para continuar o legado do Falcao.

Quando vi o triunfo do FC Porto da Liga Europa, pensei para mim: 'é uma loucura a maneira como ele consegue os golos mais incríveis", elogiou.

"Há uma rivalidade inacreditável aqui"

Janko já fez quatro jogos contra o Benfica esta temporada, dois pelo Twente e outros tantos pelo FC Porto. O avançado não escondeu que ficou impressionado com o nível da rivalidade entre os dois clubes portugueses. Muito maior do que a que experimentou nos outros clubes onde jogou, por culpa também das diferentes culturas desportivas. "Na Áustria não se sente verdadeiramente as emoções, ficam guardadas no nosso interior. Ódio é talvez uma palavra muito forte, mas a relação entre os rivais pode conotar-se com essa palavra. Isto tem a ver com a história de Portugal. No Norte, vivem os trabalhadores, no Centro, os académicos, e no Sul, vulgo Lisboa, gasta-se o dinheiro. Isto é a origem da rivalidade que se vive também no futebol. Por isso, até pedi à minha namorada para não vestir roupa vermelha no Dragão", revelou.

O que Janko não vai esquecer tão cedo são as viagens até Lisboa. "No autocarro a caminho de Lisboa tivemos 20 carros da polícia e motos a acompanhar, porque os adeptos fazem de tudo para nos tentar intimidar. No hotel foi a mesma coisa. Estava com proteção policial como se estivesse lá o chefe do governo. E nunca na minha vida vi tantos dedos do meio mostrados como no caminho do hotel para o estádio."

A rivalidade, contou, não fica por ali. O austríaco aproveitou para recordar um episódio que viveu através das redes sociais, tudo por causa de uma frase em que manifestou toda a sua satisfação por um mau resultado do Benfica. Os insultos dos adeptos encarnados não tardaram. "Infelizmente [riu-se] aprendemos sempre os insultos em primeiro. O mais impressionante disso tudo, foi que para os adeptos do Benfica poderem comentar, primeiro tiveram de clicar no 'gosto' de um jogador do FC Porto. Mas o que desencadeou isto tudo, foi um 'post', onde mostrava estar satisfeito com uma derrota do Benfica", explicou. A onda de reações foi crescendo que o obrigou a encerrar a conta por uns tempos. "Tivemos de deixar de aceitar mais comentários durante algum tempo, porque o servidor quase entrou em colapso. Mas criou-se uma verdadeira guerra cibernética, porque os adeptos do FC Porto responderam e defenderam-me. Foi uma imagem inacreditável da rivalidade que se vive", vincou.

O bombardeiro dos Alpes preferia ser Marc

A escolha do nome a usar na camisola do FC Porto fez hesitar Janko alguns instantes. Esteve para optar por Marc, como sempre foi conhecido, mas depois de ponderar deixou que ficasse Janko. A verdade é que o avançado prefere que lhe chamem Marc e, com o tempo, os seus companheiros de equipa já perceberam isso. "No início não era Marc, mas sim Janko, porque em Portugal tratam os jogadores pelo nome que têm inscrito nas camisolas. Assim como para o Hulk ou para o Álvaro, que na verdade se chama Pereira. Mas quando o 'team manager' perguntou que nome queria pôr na camisola, por um momento pensei em Marc, mas depois deixei estar. O que é realmente interessante, é que durante toda a minha carreira nunca tive um apelido de goleador espetacular. Na Holanda, por acaso, chamavam-me bombardeiro dos Alpes, mas isso era por causa da cor da camisola. Aqui, naturalmente, esse nome seria impossível. No entanto, os meus colegas começam a perceber aos poucos, que prefiro que me chamem Marc."

Luta contra os moinhos de vento

Avançados e as críticas são muitas vezes duas faces da mesma moeda, Janko já teve a sua dose e parece não estar para se incomodar mais com o que possam dizer dele. O austríaco apenas desejava que reconhecessem o seu valor: "Mesmo num bom momento como este, os críticos conseguem sempre encontrar algo negativo, por isso esta luta contra os moinhos de vento seria sempre em vão." Janko até aproveitou para refrescar a memória dos mais esquecidos: "Em 69 jogos, fiz 35 golos pelo Twente. Que avançado conseguiria fazer isto na sua primeira época fora do seu país? Aos críticos só posso dizer: reconheçam os factos, apesar de eu respeitar a vossa opinião."

Mais descontraído no Olival

Janko encontrou diferenças entre o FC Porto e o Twente também nos treinos. "Aqui as coisas são bem mais descontraídas. Até na questão da pontualidade. Na Áustria ou na Holanda é tudo muito preciso, havia logo confusão se alguém se atrasasse uns minutos. No FC Porto, os treinos começam às 10h30 e como são à porta fechada e ninguém sabe o que se passa", referiu.”

Em

www.ojogo.pt

Retirado do blog

http://fcportonoticias-dodragao.blogspot.com

Aconselho a leitura da carta aos jogadores do FC Porto que se encontra neste Link:

http://laemcasamandoeu.blogspot.com/2012/03/aos-jogadores-do-porto.html

segunda-feira, 26 de março de 2012

Desabafo…

O FC Porto acaba de perder a liderança da Liga, o Sporting de Braga venceu a Académica e, por isso, está um ponto à frente dos dragões.

Perante este facto, é com desilusão que vou dizer o seguinte: temo que a partir de agora as coisas fiquem um pouco mais complicadas, porque temo que o Sporting de Braga agarre com unhas e dentes o primeiro lugar. Mas também tenho de ser realista. O FC Porto perdeu a liderança por culpa própria. Depois de voltar ao primeiro lugar, por duas vezes perdeu pontos em jogos que não podia perder, primeiro frente à Académica e agora frente ao Paços. Depois da vitória na Luz, eu e tantos portistas acreditávamos que a equipa ia, com garra, agarrar todos os pontos necessários. Mas, não foi assim. Pelas razões que já apontei, os 4 pontos perdidos revelam-se hoje num segundo lugar.

Não, não vou apontar o dedo a ninguém, até porque acho que isso não é o melhor a fazer agora. Também não vou começar a desfiar um role de ses que não vão servir de rigorosamente nada, até porque não sabemos, nunca saberemos o que teria acontecido caso os ses fossem outros. É inútil ir por aí, prefiro ser objectiva e tentei sê-lo no parágrafo anterior. Se continuo a apoiar? Claro que sim, até ao fim.

E vou finalizar com o seguinte. Ainda nada está perdido, ainda há seis jogos para jogar, um deles frente ao Sporting de Braga. Por isso, pede-se aos jogadores do FC Porto que façam o possível para não perder pontos de forma infantil, lutem até ao final de cada jogo para manterem o objectivo da revalidação do título de campeão presente. Pois o FC Porto ainda depende de si próprio.

domingo, 25 de março de 2012

Crónica e Análise: Paços de Ferreira 1 – FC Porto 1

1 – Crónica

Dragão Deixou Fugir Dois Pontos

No início de noite deste Domingo, Paços de Ferreira e FC Porto defrontaram-se na Mata Real em partida a contar para a vigésima quarta jornada da Liga. No final do jogo verificou-se um empate a 1.

Depois do empate do Benfica em Olhão, os dragões sabiam que teriam de vencer este jogo para distanciarem-se, pelo menos de um dos adversários directos na luta pelo título. Por isso, Vítor Pereira fez regressar ao onze Helton, Otamendi, James e Janko. Vamos à história deste jogo.

No primeiro tempo o FC Porto teve mais posse de bola, mais remates e, como tal, mais próximo da área adversária. Lucho e Janko estiveram perto de festejar, mas o remate do argentino acabou por ser defendido pelo guarda-redes adversário enquanto que o do austríaco foi ao poste. À meia hora de jogo, Hulk obrigou o guarda-redes do Paços a fazer uma defesa, Janko podia ter feito o golo, mas chegou atrasado. O Paços esteve perto de marcar próximo do intervalo, mas Helton não permitiu. E da primeira parte está tudo dito.

No início do segundo tempo, Vítor Pereira lançou Fernando no jogo, por troca com Defour. E o FC Porto chegou à vantagem. Hulk levou a bola que desviou num defesa pacense e entrou na baliza. O FC Porto, por intermédio de Hulk, por diversas vezes, esteve próximo de ampliar a vantagem, mas o guarda-redes do Paços não permitiu. Nem o guarda-redes, nem o homem do apito. Hulk sofreu falta no interior da área, mas o árbitro mostrou-lhe o amarelo. A onze minutos do final, o Paços de Ferreira, conseguiu, através de um canto, chegar à igualdade.

Com este resultado os dragões permanecem na liderança do campeonato, com mais um ponto que o Benfica, mas, caso o Sporting de Braga vença amanhã o FC Porto passa para segundo.

2 – Análise

Ponto prévio, era muito importante somar os três pontos neste jogo, mas também eram esperadas dificuldades. Posto isto. Na minha opinião o FC Porto não fez um jogo mau, mas o Paços soube sempre defender. Mesmo a perder os pacenses nunca desmontaram a defesa e, mais uma vez, esse foi um problema para os dragões. O outro problema foi Lucho ter desaparecido de jogo, talvez aí Vítor Pereira tivesse errado ao deixar o argentino em campo até ao final. Mas não vou por aí, até porque os ses agora não valem de nada. É verdade, mais uma grande penalidade ficou por marcar, Hulk voltou a ver um amarelo depois de sofrer falta no interior da área, a história podia ter sido diferente. Mas também podia ter sido diferente caso Janko não tivesse acertado no poste. Agora não vale a pena chorar sobre o leite derramado, o que está feito, feito está, o FC Porto perdeu mais dois pontos, dois pontos que podem custar a liderança do campeonato caso o Sporting de Braga vença a Académica. Aguardemos.

sábado, 24 de março de 2012

Convocados para a Vigésima Quarta Jornada da Liga

Aqui está a lista de convocados de Vítor Pereira para o desafio da vigésima quarta jornada da Liga.

Helton, Lucho González, Álvaro Pereira, João Moutinho, Kléber, Hulk, Rolando, Varela, James Rodriguez, Sapunaru, Mangala, Fernando, Alex Sandro, Iturbe, Janko, Otamendi, Bracali e Defour.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Vítor Pereira Em Antevisão da Vigésima Quarta Jornada da Liga

Aqui esta a antevisão de Vítor Pereira do jogo da vigésima quarta jornada da Liga, frente ao Paços de Ferreira.

“"VENCER É FUNDAMENTAL"

Faltam sete jornadas para terminar o campeonato, pelo que a margem para errar é estreita. Vítor Pereira está consciente desse facto, mas sabe que o Paços de Ferreira (domingo, 20h15, 24.ª jornada da Liga) não vai facilitar a tarefa azul e branca. Em conferência de imprensa, o treinador destacou o “futebol rápido e agressivo” do adversário, especialmente na Mata Real. Fernando ainda está em dúvida.

Faltam sete jogos oficiais para o FC Porto acabar a época. Vê algum benefício em só jogar no campeonato?

As questões motivacionais superam as outras. Não vejo qualquer benefício.

Que tipo de jogo e de adversário espera na Mata Real?

O campo do Paços de Ferreira é pequeno e tem características muito próprias. A equipa joga um futebol rápido e agressivo, com transições aceleradas. É um adversário complicado mas queremos ultrapassar as dificuldades e estar ao melhor nível.

O que aconteceu entre Cristian Rodríguez e João Moutinho?

O Cristian está dispensado dos treinos para tratar de assuntos relacionados com o futuro dele. Tem a permissão do clube e do treinador. O desentendimento com o Moutinho é especulação vossa.

Quer comentar as declarações de Jorge Jesus sobre os bloqueios? Tem algum receio de que o árbitro seja influenciado pelas palavras do treinador do Benfica?

Eu não pretendo influenciar ninguém. Inicialmente os bloqueios eram disfarçados. Neste momento, e como estas faltas têm passado em claro, estão cada vez mais refinados. Agora, conseguem construir bloqueios e fazer barreiras a vários jogadores. Apenas constato que, observando as imagens, há um padrão claro. Se as coisas continuarem assim, o Benfica vai continuar a fazer golos de bola parada.

As suas palavras no final do jogo com o Benfica eram de alerta ou de pressão?

Ao ver o segundo golo do Benfica em câmara lenta, é notório o que aconteceu. Estou a constatar factos, não estou a pressionar ninguém. São faltas, obstruções.

As questões motivacionais dos jogadores vão ser uma preocupação até ao final da época?

O nosso grande objectivo é o campeonato e é nele que estão concentradas as nossas motivações. Quem está noutras competições também tem questões motivacionais.

Se conquistar o título, vai considerar que esta foi uma boa época?

Estamos concentrados no jogo com o Paços de Ferreira. Vencer é fundamental. No final, estaremos aqui para fazer o balanço da época.

Só conta com 19 jogadores disponíveis. Pensa que o plantel é curto?

Desde que não haja lesões e todos os jogadores estejam operacionais, o plantel chega e sobra para o que resta do campeonato.

O Fernando já está apto para o jogo de domingo?

Vamos ver. Espero que consiga recuperar porque é um jogador importante para nós.

Ainda pensa utilizar o Danilo esta época?

Espero que sim. Vamos ver se podemos contar com ele porque é um jogador de qualidade, mas isso é mais uma questão do departamento médico.”

Em

www.fcporto.pt