sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Antevisão da Final da Taça da Liga


1 – Aqui está a antevisão de Sérgio Conceição da final da Taça da Liga, frente ao Sporting

“"QUEREMOS MUITO GANHAR ESTE TÍTULO"

Sérgio Conceição falou sobre o clássico da final da Taça da Liga, entre FC Porto e Sporting (sábado, 19h45)
Depois de erguer a Supertaça em agosto de 2018, o FC Porto procura agora uma conquista inédita da Taça da Liga, o único troféu a nível nacional que ainda não pode ser contemplado no Museu portista. Na antevisão do clássico frente ao Sporting, que se disputa este sábado (19h45, TVI e Sport TV), no Estádio Municipal de Braga, Sérgio Conceição perspetivou um duelo diferente daquele que terminou sem golos em Alvalade, para o campeonato, e deixou a garantia de que os Dragões vão entrar em campo a pensar na vitória, de preferência nos 90 minutos.
Cada jogo é uma história diferente
“Vai ser um jogo diferente do que foi o do campeonato, até porque cada jogo tem uma história diferente. Neste contexto, sendo uma final, será diferente. Mesmo conhecendo o adversário, não sabemos verdadeiramente como vai atuar, não sabemos se vai ser fiel ao que tem sido ou se vai jogar de forma diferente, mas estamos preparados para essas situações. Cabe-nos descobrir a melhor forma de chegar à baliza do adversário durante o jogo, mas o nosso equilíbrio defensivo é essencial. Queremos muito ganhar este título e estamos preparados para o jogo de amanhã. É um desafio aliciante para nós e tem todos os ingredientes para ser um bom espetáculo, num estádio bonito, com duas boas equipas.”
As finais não se jogam, ganham-se
“Em Alvalade fomos à procura da vitória, sem medo de nada. Não podemos controlar aquilo que o adversário pensa, mas podemos controlar o que a nossa equipa faz. Numa final, mesmo não jogando bem, o mais importante é ganhar. Estamos preparados para o que vier e estamos essencialmente preocupados com o que temos de fazer para ganhar. De qualquer forma, como se costuma dizer, para dançarmos bem temos de ter um par que corresponda.”
Um título em jogo
“Temos noção de que há um título em jogo e queremos muito conquistá-lo. É um troféu que falta no nosso Museu e temos todo o gosto em contribuir para que vá para lá. Estamos em todas as frentes e a lutar por tudo a que nos propusemos, mas o futebol é um recomeçar constante. Está tudo bem até ao próximo jogo, mas se alguma coisa negativa acontece…”
Maxi, Danilo e Otávio
“O Maxi e o Otávio fizeram treino integrado condicionado. Estão aptos, mas vamos ver. São dois jogadores importantes e que recuperaram, mas se calhar ainda é cedo. O Danilo está na mesma situação, apesar de o período de paragem ser diferente. Se não tiver dores, poderá ser um elemento a entrar nas contas para o jogo de amanhã.”
As grandes penalidades
“O objetivo é ganhar nos 90 minutos, mas por acaso até cheguei atrasado a esta conferência de imprensa porque estivemos a trabalhar as grandes penalidades.”
Mais proteção para os árbitros
“Nunca fujo a nada, mas o jogo de amanhã é que é importante. Os árbitros deviam ser mais protegidos. Já fomos beneficiados pelo árbitro e pelo VAR, mas também já fomos prejudicados pelo árbitro e pelo VAR. Dou um exemplo: há um jogador meu que erra e esse erro resulta num golo do adversário. Como é óbvio, se eu o culpar na praça pública, estou a condicioná-lo. Eu, como líder, assumo o erro para proteger o meu jogador. Na arbitragem tem de ser igual. Tem de haver alguém que proteja aqueles que decidem.”
Insultos e faltas de respeito em horário nobre
“Basta ligar a TV em horário nobre, fazer um zapping e em quase todos os canais há insultos, polémicas e tudo aquilo que é falar do futebol e não de futebol. Houve duas meias-finais diferentes, mas com muita qualidade. Podia falar-se de tanta coisa, mas o importante é falar do que interessa ao povo. Isto está a ficar insuportável e está a ultrapassar-se o limite do que é o respeito pelas pessoas. As afirmações que se ouvem e os insultos que se dizem não são bons para ninguém.””

Em


2 – O meu palpite para a equipa titular é:
Vaná; Éder Militão, Felipe, Pepe e Alex Telles; Herrera, Óliver, Corona e Brahimi; Marega e André Pereira

3 – Sobre o jogo
Pela terceira vez o FC Porto está na final da Taça da Liga e nós adeptos portistas esperamos que à terceira seja de vez e que essa taça venha para o Museu azul e branco. Não se espera, contudo, um jogo fácil, até porque a final será um clássico e, como é habitual, os clássicos nunca são jogos fáceis, menos ainda quando as duas equipas defrontaram-se há pouco tempo. Mas espera-se que os comandados de Sérgio Conceição transformem as dificuldades em facilidades. Para tal espera-se um FC Porto competente; confiante; concentrado; coeso; determinado; ambicioso; rigoroso; sólido; solidário; unido; empenhado; e eficaz tanto a defender como a atacar.
Força FC Porto!



quarta-feira, 23 de janeiro de 2019

Pensamento do Dia: Se Fosse Ao Contrário?


Quando o árbitro anulou o golo do Benfica já se sabia que o lance ia fazer correr muita tinta. Confirmou-se! Até o Vieira falou…
Vamos lá ver… o lance é duvidoso? Sim. Mas há diversos especialistas em arbitragem a validar a decisão da equipa de arbitragem.
É óbvio que um lance deste género num clássico acaba sempre por causar borborinho, mas eu pergunto, se fosse ao contrário tantas vozes iam sair a terreiro contra a decisão de Fábio Veríssimo (que estava no vídeo árbitro)? Eu respondo já. Não!
Sobre este lance tanto Sérgio Conceição como Casillas recordaram lances de fora de jogo assinalados a favor do Benfica. O treinador portista recordou um lance que aconteceu na época passada, protagonizado pelo ataque do Portimonense, cujo golo foi anulado e que, sendo um lance igualmente duvidoso, pasme-se, os que agora tanto se indignam com o fora de jogo, na altura consideraram boa decisão. Pois claro, o lance era contra o Benfica e na Luz.
Por outro lado, Casillas recordou e bem, o golo anulado no Dragão, a favor do FC Porto, na época 2017-2018. Na altura os benfiquistas consideraram boa decisão…
Mas tenho outra questão a fazer: porque será que não se fala tanto da falta sobre Corona ao minuto 8, portanto, antes de qualquer golo ter acontecido e que era grande penalidade? Pois é, isso não interessa nada, mas tenho uma novidade para quem ignora esse lance, podia, também, fazer muita diferença.
Foi um bom jogo de futebol, entre duas equipas que quiseram jogar de modo a alcançarem a presença na final e está a ser estragado com toda esta discussão. Falta dizer que, seja como for, o FC Porto garantiu um lugar na final da Taça da Liga com mérito.


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Crónica e Análise: FC Porto 3 – Benfica 1


1 – Crónica

No início de noite desta terça o FC Porto e o Benfica defrontaram-se no Estádio Municipal de Braga, em jogo a contar para a meia final da Taça da Liga. No final do encontro verificou-se a vitória dos Dragões por 3-1.
Para este jogo Sérgio Conceição apostou num onze composto por Vaná; Éder Militão, Felipe, Pepe e Alex Telles; Herrera, Óliver, Corona e Brahimi; Marega e André Pereira.
Numa primeira parte bem disputada e muito dividida, pertenceu ao FC Porto o primeiro sinal de aviso, logo ao primeiro minuto de jogo e por intermédio de Marega. No entanto o Benfica não demorou a responder, mas estava lá Vaná para não permitir os festejos dos encarnados. Do outro lado do campo – já depois de reclamarem uma grande penalidade não assinalada – os portistas ficaram perto do golo, desta vez foi André pereira, que viu o guarda-redes adversário impedir-lhe os festejos. Pouco depois, ao minuto 24, Brahimi ativou o marcador, aproveitando da melhor forma a sobra de uma primeira tentativa de Marega. Ao minuto 31, o Benfica repôs a igualdade no marcador. Mas os festejos dos encarnados não duraram muito tempo, já que ao minuto 35, Marega colocou os Dragões novamente na frente do marcador. O primeiro tempo acabou com um golo anulado ao Benfica, por fora de jogo e muitos protestos, vai, por certo, fazer correr muita tinta.
No segundo tempo os encarnados tentaram reagir e procurar um golo que permitisse relançar a partida. Foi Óliver quem, nesta fase, resolveu o lance mais complicado para a baliza de Vaná. Do outro lado do campo, Marega voltou a ficar perto do golo, sendo que o guarda-redes benfiquista impediu-o. Mas quem voltou a marcar foi o FC Porto, desta feita por intermédio de Fernando Andrade, minuto 86.
Com esta vitória o FC Porto garantiu presença na final da Taça da Liga. Amanhã ficar-se-á a saber quem será o adversário.


2 – Análise

O Benfica era a última barreira que o FC Porto tinha de ultrapassar para chegar à final, mas não se esperavam facilidades. E, de facto, não as houve. Foi um bom jogo de futebol, entre duas equipas com a ambição de estar presente na final da Taça da Liga. A primeira parte foi, por isso, muito disputada e equilibrada, com as defesas de ambas as equipas a terem muito trabalho. O FC Porto concretizou dois dos lances de que dispôs e, dessa forma ganhou vantagem. do outro lado, o Benfica, que naturalmente tentou de tudo para colocar em campo a estratégia pretendida, acabou por, naturalmente, marcar. Diria que os 3 golos coroaram uma primeira parte em que o futebol foi rei. No segundo tempo, porque os encarnados estavam em desvantagem, procuraram chegar ao golo que lhes permitisse alcançar o pretendido, mas quem voltou a marcar foi o FC Porto. Destaco Brahimi, Marega e Fernando Andrade pelos golos que marcaram; Óliver pelo jogo que fez - o nosso maestro está de volta! – e toda a equipa, por ter lutado por o objetivo definido para este jogo, chegar a final.
Em suma, o FC Porto venceu com justiça um jogo difícil. Amanhã ficar-se-á a saber quem será o outro finalista da prova. Vamos Porto!

PS. Um grande bem-haja aos adeptos portistas que marcaram presença nas bancadas do Estádio Municipal de Braga. Vocês são a nossa voz!  Vocês são #SuperAdeptos Vocês são o #MarAzul