quarta-feira, 8 de julho de 2015

Iker Casillas no FC Porto?



Confesso que ainda não sei o que pensar desta notícia, ou será que se deve dizer bomba? É que nunca imaginei que um dia Casillas fosse jogador do FC Porto. Se é verdade que nunca imaginei tal possibilidade, também é verdade que facilmente me habituo a ideia.
A eminente chegada de Iker Casillas ao Dragão - um jogador com um currículo cheio de títulos e experiência – trará mais-valias, desde logo, porque concentrará atenções no Dragão e, consequentemente, fará crescer, ainda mais, o prestígio portista. Sim, porque um jogador que soma tantos títulos escolher o FC Porto só pode ser um sinal de prestígio. E, consequentemente, só pode nos deixar orgulhosos. Se é caro? Ou “velho”? Só o tempo dirá.
Neste momento Lopetegui conta com quatro guarda-redes: Andrés Fernández, Gudiño, Helton e Ricardo Nunes. Ou seja, se a casa já teria de ser forçosamente arrumada de modo a ficar com, pelo menos três guarda-redes, com a chegada de Iker Casillas  essa necessidade aumenta consideravelmente.
Outra constatação que não será difícil fazer, é o facto de com a chegada de Iker Casillas ao Dragão, irá crescer, por certo, a luta pela titularidade na baliza portista. Que essa luta seja saudável, é o que se espera.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Carta Aberta ao Plantel Portista



Caros atletas que irão compor o plantel para a época 2015-2016,
Escrevo-vos esta carta exatamente no dia em que voltaram aos trabalhos, no dia em que uma nova época começa a ser perspetivada, no dia em que os objetivos, sendo os mesmos de sempre, são reformulados. O passado ficou lá atrás, mais precisamente na época passada, a partir de hoje é altura para olhar para o futuro.
E porque vamos falar de futuro, sejam bem-vindos Danilo Pereira, Sérgio Oliveira, André André, Alberto Bueno e Giannelli Imbula.
Esta carta tem como principal propósito fazer-vos alguns pedidos que considero serem importantes. Primeiro queria pedir-vos que olhem para o futuro, tendo em mente todos os objetivos traçados pelo clube; que aproveitem bem esta pré-época para interiorizarem todos os processos, para limar arestas; que estejam unidos nesta luta que irá começar à séria daqui a algumas semanas. Sim, porque não acredito que tal como nós adeptos, nenhum de vós esteja à espera que a próxima época vá ser um passeio, porque não vai.
Queria pedir-vos também que nesta próxima época não banalizem a expressão “somos Porto”, concretizem-na dentro de campo que é onde o devem fazer e onde as palavras não se medem.
Queria pedir-vos que em cada jogo coloquem em campo toda a garra, toda a solidariedade, toda a ambição, todo o querer, toda a competência. Em suma, que em todos os jogos honrem a camisola que vestem e as cores que defendem.
Esta adepta vai estar cá para o que der e vier, vou apoiar-vos e defender-vos incondicionalmente e orgulhosamente. Mas há algo que quero que não se esqueçam, eu, tal como todos os adeptos portistas, queremos ser felizes no final e isso só cabe a vocês concretizar.
Por isso rapazes, boa sorte! Bom trabalho!


PS. E já agora, se for possível, evitem as entrevistas, é que elas são quase sempre um pau de dois bicos e não vale a pena porem-se a jeito.


E Eis Que Cai a Bomba!



Costuma-se dizer que zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades. Pois é, Marco Ferreira, depois de ter sido despromovido, foi à RTP Informação e foi muito claro. E o que dizer perante isto?
Estalou o verniz e caiu a bomba no seio da arbitragem portuguesa. E agora SR. Vítor Pereira, o dos árbitros, que vai fazer? Vai arrumar a mala e abandonar o barco? Era um favor que nos fazia… E agora senhores jornalistas, vão continuar a abafar o andor com o manto que Marco Ferreira denunciou claramente? E agora benfiquistas – aqueles que falam tanto de apito dourado – vamos falar sobre arbitragens?
Resta-nos esperar pelas cenas dos próximos capítulos.


sábado, 4 de julho de 2015

Calendário Portista para a Época 2015-2016



Eis o calendário portista para a época 2015-2016.

1.ª jornada - FC Porto-Vitória de Guimarães
2.ª jornada - Marítimo-FC Porto
3.ª jornada - FC Porto-Estoril
4.ª jornada - Arouca-FC Porto
5.ª jornada - FC Porto-Benfica
6.ª jornada - Moreirense-FC Porto
7.ª jornada - FC Porto-Belenenses
8.ª jornada - FC Porto-Sporting de Braga
9.ª jornada - União da Madeira-FC Porto
10.ª jornada - FC Porto-Vitória de Setúbal
11.ª jornada - Tondela-FC Porto
12.ª jornada - FC Porto-Paços de Ferreira
13.ª jornada - Nacional-FC Porto
14.ª jornada - FC Porto-Académica
15.ª jornada - Sporting-FC Porto
16.ª jornada - FC Porto-Rio Ave
17.ª jornada - Boavista-FC Porto

Retirado de:

quarta-feira, 24 de junho de 2015

V Reflexão



E é chegado o momento da última reflexão.
Ainda antes do final da época 2013-2014 Lopetegui foi anunciado como treinador do FC Porto, sendo relevado que ia abraçar um projeto com duração de 3 anos – pelo menos, digo eu.
Lopetegui começou por arrumar a casa, saíram uns jogadores e entraram outros tantos. Incluindo a promoção de Ruben Neves, um jovem da formação com apenas 17 anos. Ou seja, o mister teve como primeiros grandes objetivos reconstruir o plantel, integrando novos jogadores e procurando juntar os cacos de uma equipa completamente partida e desmotivada.
Logo nos primeiros tempos começaram a surgir as primeiras críticas: foi a torre no Olival; foi a armada espanhola; foi a rotatividade.
Ao longo da época defendi Lopetegui sempre que achei que as críticas estavam a ser infundadas, exageradas, ou, por e simplesmente sempre que achei que o devia fazer. E não me arrependo nada de o ter feito. O mister cometeu erros? Claro que sim, quem nunca errou? Mas também fez coisas boas. Afinal de contas construir uma equipa, que é verdade, demorou algum tempo até afinar a máquina, não é fácil.
A rotatividade que muitos consideram ter sido exagerada, mais tarde revelou-se importante, quando surgiram lesões em jogadores importantes e os suplentes diretos não apresentavam grandes dificuldades no desempenho das tarefas. É verdade que essa rotatividade custou-nos a eliminação da Taça de Portugal. Mas não foi responsável pela perda de pontos nos jogos que referi no post sobre os pontos perdidos no campeonato como sendo aqueles em que as perdas de pontos foram mais significativas: Benfica no Dragão; Marítimo, Nacional, Benfica e Belenenses fora. Nesses jogos, exceto no jogo no Dragão frente ao Benfica, faltou crença, garra, determinação, atitude e espírito de Dragão. Ou, se quisermos, o FC Porto não jogou aquilo que mostrou ser capaz de fazer noutros jogos.
Na segunda mão dos quartos de final da Liga dos campeões, perante as ausências dos laterais, o mister teve de fazer opções. Hoje, sabendo o resultado final desse jogo, é fácil dizer que errou. E o próprio Lopetegui admite que talvez faria escolhas diferentes, como se pode constatar nas seguintes declarações proferidas pelo treinador portista no México : "O passado não existe para um treinador. Simplesmente, defrontámos uma equipa que foi superior à nossa na primeira parte. Na segunda, não soubemos neutralizar o que eles conseguiram no início do jogo. O Bayern teve um nível de acerto exagerado, foram contundentes. Corrigimos, mas já era tarde. As decisões dos treinadores são tomadas com base num grande número de variáveis e se fosse agora talvez tivesse tomado algumas diferentes. No final, eles foram melhor equipa do que nós e com muito nível".
Os nossos adversários e os comentadores e pseudocomentadores desportivos deste país criticam tanto Lopetegui e querem que este vá embora, porque no fundo sabem que ele no próximo ano - isto pois claro, se não houver extras a levar outra equipa ao colo – poderá fazer mais e melhor. E eu também acho. Num segundo ano de futebol português, conhecendo melhor os adversários; conhecendo melhor  as espécies de armadilhas que alguns pseudojornalistas colocam nas questões a Lopetegui – e que tal nem lhes responder?; e, sobretudo, percebendo como funciona o manto, ou o andor, que esta época levou o Benfica ao colo; não se repetirão alguns erros.
Também estou certa que o mister pode ter um papel importante na aposta e valorização de jovens jogadores promissores da formação portista, tal como fez com Ruben Neves.
Para além de que, estou certa disso, continuará a defender a sua equipa de todas as críticas e ataques baixos. Sim, porque Lopetegui deu a cara e o corpo às balas como se fosse um portista. Mas, repito, não deveria ser só o mister a dar a cara.
E, por tudo isto, não percebo as pessoas que tanto defenderam a saída de Lopetegui. Será que preferem a constante troca de treinador ao invés da estabilidade?