quinta-feira, 30 de julho de 2026

Jogo de Apresentação: FC Porto 2 - Aston Villa 1

    No passado sábado, 25 de julho, o FC Porto, versão 2026-2027, apresentou-se aos seus sócios e adeptos no Estádio do Dragão, em jogo frente ao Aston Villa. No final do encontro verificou-se a vitória dos Dragões por 2-1. 
Para este jogo Francesco Farioli apostou num onze composto por: Cláudio Ramos; Pablo Rosario, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Zaidu, Alan Varela, Victor Froholdt, Gabri Veiga, William Gomes, Pepê e André Silva.
Foi um típico jogo de pré-época, em que na primeira parte jogou um onze, previsivelmente, mais aproximado do que iniciará a época. Na segunda parte Farioli foi promovendo alterações e a equipa foi modificando um pouco a forma de estar. No final do jogo verificou-se a vitória do FC Porto por 2-1, com golos de William Gomes e Pepê. 
Não foi um FC Porto muito diferente da época passada, mas tendo em conta que o mercado ainda está aberto, previsivelmente, ainda haverá entradas e saídas. Também é importante ter em conta que a equipa ainda tem muito para evoluir, não é caso para achar nem que está tudo errado, nem que está tudo certo. 
No próximo sábado, em Coimbra, joga-se a final da SuperTaça.

Eis a numeração do plantel 2026-2027: 
4. Jakub Kiwior
5. Jan Bednarek
6. Eustáquio
7. William Gomes
8. Victor Froholdt
9. Samu
10. Gabri Veiga
11. Pepê
12. Zaidu
13. Pablo Rosario
14. Cláudio Ramos
15. Vasco Sousa
16. Inbeom Hwang
17. Borja Sainz
18. Nehuén Pérez
19. André Silva
20. Alberto Costa
21. Dominik Prpić
22. Alan Varela
24. João Costa
27. Deniz Gül
50. João Afonso
52. Martim Fernandes
74. Francisco Moura
77. Oskar Pietuszewski
86. Rodrigo Mora
99. Diogo Costa

PS. Concordo plenamente com a opção de Diogo Costa em manter o 99 na camisola.

domingo, 19 de julho de 2026

Calendário do FC Porto da Iliga 2026-2027

 

No início de julho realizou-se o sorteio do calendário da Iliga 2026-2027.

 

Eis o calendário do FC Porto:

 

1ª jornada: FC Porto-FC Alverca

2ª jornada: Rio Ave FC-FC Porto

3ª jornada: FC Porto-FC Arouca

4ª jornada: Académico de Viseu-FC Porto

5ª jornada: FC Porto-Moreirense FC

6ª jornada: Casa Pia AC-FC Porto

7ª jornada: FC Porto-Benfica

8ª jornada: Marítimo-FC Porto

9ª jornada: Gil Vicente FC-FC Porto

10ª jornada: FC Porto-Estoril Praia

11ª jornada: Vitória SC-FC Porto

12ª jornada: FC Porto-Sporting

13ª jornada: CD Santa Clara-FC Porto

14ª jornada: FC Porto-Estrela da Amadora

15ª jornada: FC Famalicão-FC Porto

16ª jornada: FC Porto-CD Nacional

17ª jornada: SC Braga-FC Porto  

18ª jornada: FC Alverca-FC Porto

19ª jornada: FC Porto-Rio Ave FC

20ª jornada: FC Arouca-FC Porto

21ª jornada: FC Porto-Académico de Viseu

22ª jornada: Moreirense FC-FC Porto

23ª jornada: FC Porto-Casa Pia AC  

24ª jornada: Benfica-FC Porto

25ª jornada: FC Porto-Marítimo

26ª jornada: FC Porto-Gil Vicente FC

27ª jornada: Estoril Praia-FC Porto  

28ª jornada: FC Porto-Vitória SC

29ª jornada: Sporting-FC Porto

30ª jornada: FC Porto-CD Santa Clara  

31ª jornada: Estrela da Amadora-FC Porto

32ª jornada: FC Porto-FC Famalicão  

33ª jornada: CD Nacional-FC Porto

34ª jornada: FC Porto-SC Braga

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Sobre a Época 2025-2026

Depois de uma época muito difícil, o FC Porto, qual fénix, renasceu das cinzas, com resiliência, profissionalismo, empenho, rigor, competência e ambição, reconstruiu-se, recuperou a sua identidade, uniu-se, fixou-se nos seus objetivos e juntos, sempre juntos, fez o seu caminho. 2025-2026 não foi uma época fácil, havia muita gente à espera que o FC Porto caísse (há sempre, bem o sabemos), mas a equipa soube manter-se focada, unida, ultrapassou as dificuldades que surgiram e conseguiu alcançar o principal objetivo, ser campeão nacional, conquistando o título  com todo o mérito. 

A I Liga: 
A primeira metade da prova foi quase perfeita, com apenas um empate, em casa frente ao Benfica. O FC Porto sofreu poucos golos, conseguia vencer os jogos com relativa facilidade e tranquilidade. Embora a determinada altura, como esperado, os adversários começaram a perceber a tática de jogo portista e procuravam desmontá-la. O FC Porto estava, claramente, embalado para uma segunda volta ao mesmo estilo, mas não foi bem assim. 
A segunda volta teve mais percalços. O FC Porto perdeu pontos, sofreu mais golos e marcou menos, já não vencia os jogos com tanta facilidade e tranquilidade. A lesão do Samu, que obrigou a, não só, substituir o ponta de lança, mas também a fazer com que a equipa tivesse de jogar de forma ligeiramente diferente, fez com que a produtividade na frente fosse menor. Os médios passaram a ter um papel mais relevante, contribuindo com golos quando os jogadores da frente não o conseguiam fazer.
O FC Porto terminou a prova no primeiro lugar, com a defesa menos batida da ILiga e com 88 pontos, mais 6 do que o segundo classificado, o Sporting. 

A Liga Europa
Paralelamente ao campeonato, o FC Porto disputou a Liga Europa. Os Dragões caíram nos quartos de final, depois de terem realizado uma prova interessante. 
Francesco Farioli, a dado momento da prova, decidiu implementar uma estratégia de rotação da equipa, possibilitando, assim, que jogadores menos utilizados no campeonato nacional tivessem um papel importante na Liga Europa. Esta estratégia, que aparentemente é arriscada, correu bem, com a equipa a dar bons indicadores. 

A Taça da Liga: 
Pouco há a referir sobre esta competição esta época, pois o FC Porto apenas realizou um jogo, frente ao Vitória de Guimarães, no Estádio do Dragão, o qual perdeu.

A Taça de Portugal:
O FC Porto realizou um trajeto tranquilo na prova até às meias finais, onde defrontou o Sporting. No final do conjunto das duas mãos, os Dragões perderam por 1-0 e viram os leões garantirem a presença na final.

Em suma 2025-2026 foi uma época positiva para o FC Porto, que conseguiu superar as dificuldades esperadas e alcançou o principal objetivo, ser campeão nacional.
Para 2026-2027 não se esperam facilidades, pelo contrário, porque o mais difícil é manter-se no topo e, como é natural, o objetivo de todos será que o FC Porto não consiga revalidar o título de campeão nacional. Mas espera-se que o FC Porto consiga manter o foco, com competência, empenho, rigor, ambição, motivação e paixão, que faça das fraquezas e das críticas forças e que consiga fazer uma boa época. Também sabemos que, naturalmente, haverá entradas e saídas, esperando-se que os que entrarem sejam capazes de perceber rapidamente o que significa a mística portista e que consigam contribuir com o seu talento para melhorar o desempenho coletivo.
Vamos Porto!

domingo, 31 de maio de 2026

Sobre o Plantel 2025-2026

             Após a contratação de  Francesco Farioli, houve uma grande aposta da estrutura portista na equipa principal, com a contratação de jogadores que conseguissem fazer a diferença. 

Guarda-redes: 
A baliza portista esteve entregue a Diogo Costa, Cláudio Ramos e João Costa. Um trio de guarda-redes portugueses, um trio de capitães. Um trio que deixa-nos tranquilos. Diogo Costa jogou quase todos os jogos, sendo o guarda-redes menos batido da ILiga. Por um lado percebo a opção de Farioli de evitar fazer rotação na baliza, mas por outro lado, seria justo Cláudio Ramos e João Costa terem beneficiado de oportunidades nos jogos das Taças.
O primeiro reforço desta época foi para a baliza, João Costa, um regresso ao FC Porto de alguém da casa, que carrega a mística e que apesar de só ter jogado uns minutos na última jornada, terá tido um papel importante no balneário, sendo um dos capitães de equipa.
 Se nada se alterar na baliza para a próxima época, para mim está perfeito.

Defesa: 
A defesa foi um setor que sofreu alterações significativas e necessárias, por comparação com a época passada. Martim Fernandes, Zaidu, Nehuén Pérez e Francisco Moura transitaram da época passada. E a estes juntaram-se Jan Bednarek e Jakub Kiwior, que formaram a muralha polaca e que, para mim, representam duas das contratações mais importantes para 2025-2026. A dupla polaca trouxe a estabilidade defensiva que o FC Porto tanto precisava, com Bednarek a assumir a posição de patrão da defesa, sendo capitão sem braçadeira. Alberto Costa foi reforço para a lateral direita e foi um reforço importante para a equipa. Dominik Prpić também foi um reforço para a defesa. Começou bem, mas acabou por, naturalmente, ser a quinta opção no centro da defesa. Ainda precisa amadurecer. Entretanto em janeiro chegou Tiago Silva, que trouxe experiência à equipa. Martim Fernandes alternou com Alberto Costa à direita, jogou algumas vezes à esquerda, foi importante para a equipa e continuou o seu trajeto de evolução. Zaidu, quando foi chamado à equipa titular foi igual a si próprio, deu tudo o que tem, sem nunca desistir da bola. Nehuén Pérez sofreu uma grave lesão numa fase precoce da época que o afastou da equipa. Francisco Moura, teve bons momentos e momentos menos positivos.

Meio campo: 
Dos reforços para o meio campo, destacou-se Victor Froholdt. Um jovem dinamarquês que conquistou os portistas com a sua garra, a sua velocidade e a sua capacidade de jogo. Foi uma excelente surpresa e muito importante para a tática de jogo de Farioli. Gabri Veiga foi outro reforço relevante na estratégia de jogo do FC Porto. Importante nos cantos, aumentando consideravelmente a eficácia da equipa neste contexto. Gabri Veiga dividiu a posição com Rodrigo Mora, que com Farioli mudou um pouco a sua forma de jogar, perdendo algum do protagonismo que tinha tido na época passada, mas sem deixar de evoluir. Pablo Rosário foi um reforço importante para a equipa, na medida em que foi capaz de jogar em várias posições, no meio campo, na defesa (ao centro ou à lateral direita), onde havia necessidade. Alan Varela voltou a ser um jogador preponderante, com a qualidade e confiança que já tínhamos visto anteriormente. Em janeiro, saiu Eustáquio e entrou Seko Fofana, que chegou e integrou-se da melhor forma na equipa, sendo logo decisivo frente ao Sporting

Ataque:
Samu, na primeira parte da época foi o ponta de lança da equipa, responsável por vários golos e por abrir caminho para os colegas marcarem outros. Contudo, uma lesão grave afastou-o da equipa. Deniz Gül, esperava-se que, perante a lesão de Samu, conseguisse assumir o protagonismo, no entanto, não foi o que se passou. Luuk de Jong, reforço surpresa e a prova que se um clube quiser, não há como a imprensa saber que uma contratação aconteceu. Esperava-se que fosse uma peça relevante na frente de ataque, marcou um golo importante em Alvalade, mas uma lesão grave deixou-o longe do relvado e da possibilidade de ajudar a equipa. Borja Sainz, começou bem, mas foi perdendo protagonismo, sobretudo na segunda metade da época. Pepê, voltou a ser importante para a equipa. William Gomes, protagonizou momentos importantes na época, como o golo em Alvalade, mas noutros momentos ficou à quem das expetativas. Oskar Pietuszewski, reforço de janeiro, com 17 anos, mas sem medo de arriscar, de ser irreverente e tal foi importante para a equipa. Terem Moffi, veio em janeiro, esperava-se que, perante a lesão de Samu, viesse ajudar na frente de ataque, mas ficou à quem das expetativas. 

Em suma, foi com um plantel com mais soluções que o FC Porto encarou uma época que se esperava muito difícil e foi com este plantel que o FC Porto conquistou o principal objetivo da época, ser campeão.

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Sobre Francesco Farioli

 Depois de uma época difícil, em que o FC Porto teve três treinadores, em julho chegou Francesco Farioli, para iniciar um novo capítulo na história do clube.

Eu não conhecia o trabalho de Farioli, mas reconheço que foi a melhor opção para o FC Porto. E não o digo só porque o FC Porto foi campeão, digo-o porque houve uma mudança clara na equipa, na forma de jogar, mas também na entrega. Farioli conseguiu implementar as suas ideias; o FC Porto voltou a jogar futebol; os jogos deixaram de ser o que foram na época passada um sofrimento e um constante foco de ansiedade (ainda que na segunda volta alguns jogos tenham sido  menos tranquilos); a equipa voltou a não ter medo do adversário, seja ele quem for; mesmo nos jogos menos conseguidos, sentia-se que não faltou  empenho, rigor, competência, ambição, garra, crença e atitude. E isso foi mérito de Francesco Farioli. 

Ficou bem patente que Francesco Farioli ficou a conhecer a história do FC Porto. E que conseguiu absorver a cultura de exigência que durante anos foi incutida aos Portistas e da qual não queremos abdicar, porque foi essa cultura de exigência que fez do FC Porto um clube grande e ganhador em Portugal e além fronteiras. Para tal, acredito que deve ter sido fundamental a inclusão de Lucho Gonzalez e André Castro na equipa técnica, porque para além de conhecerem bem o FC Porto, conhecem bem o futebol português. E como foi importante Farioli estar preparado para lidar com o tanto que acontece nos bastidores do futebol português, seja nos programas de comentários futebolísticos, seja pelas perguntas que surgem nas conferências de imprensa  que tantas vezes tem rasteiras. 

Francesco Farioli assumiu uma responsabilidade grande ao aceitar o desafio de ser treinador do FC Porto, mas com as peças que colocaram ao seu dispor, conseguiu fazer um bom trabalho esta época. E nós portistas só temos de agradecer-lhe a sua entrega, dedicação, o seu trabalho. 

Não sabemos como será a próxima época, acredito que será tão ou mais difícil do que a que agora terminou, porque mais difícil do que conseguir chegar ao topo, é manter-se no topo. Todos sabemos que na próxima época o FC Porto é o alvo a abater e os adversários assumirão o objetivo de afastar o FC Porto da revalidação do título. Terá de ser contra tudo e contra todos, como sempre é. Teremos que confiar no trabalho que será feito, sabendo-se que nem sempre tudo correrá bem. Mas aí o importante é não cair no erro de atacar o trabalho de equipa técnica e plantel, criticar construtivamente sim, mas sem cair no erro de faltar ao respeito. Queremos que o FC Porto que esta época voltou, continue a evoluir na próxima época, com confiança, competência, empenho, rigor, ambição. 


sábado, 23 de maio de 2026

Diogo Costa Com a Camisola 2?

Antes de começar a publicar as minhas reflexões sobre a época 2025-2026, gostaria de abordar este tema

Ainda antes da época terminar, foi público que André Villas-Boas lançou o desafio a Diogo Costa de na próxima época jogar com a camisola 2. Entretanto, também é público que Diogo Costa disse precisar de refletir sobre o tema. 

A minha opinião:
Percebo o desafio lançado por Villas-Boas, mas também percebo a necessidade de Diogo Costa refletir sobre o mesmo. 

A camisola 2 carrega um simbolismo relevante no FC Porto, não só por ser o 2 de Jorge Costa, mas também de João Pinto. É uma camisola que carrega mística, liderança e responsabilidade. Mas a 99 que Diogo Costa enverga e que herdou de Vítor Baía, também é um símbolo importante na história do FC Porto, sobretudo na posição de guarda-redes, porque Vítor Baía deixou uma marca com peso, mística, liderança, responsabilidade e história no FC Porto. Tal como Diogo Costa está a construir a sua marca com peso, mística, liderança, responsabilidade  e relevância no clube.

Seja qual for a decisão de Diogo Costa, manter a 99 ou trocar para a 2, espero que a sua decisão não seja mal interpretada pelos adeptos ou opinião pública. 

Na minha perspectiva, pelo simbolismo que carrega, faz sentido que Diogo Costa continue com o 99 nas costas. Mas independentemente da minha opinião, o importante é Diogo Costa continuar de Dragão ao Peito, seja com a 99, que lhe assenta muito bem, ou com a 2 que, se escolher vestir, honrará da melhor forma. 
Sinceramente, gostava de ver a 2 com Jan Bednarek, o nosso patrão da defesa, líder dentro de campo sem a braçadeira de capitão. 
 

sábado, 16 de maio de 2026

Crónica e Análise: FC Porto 1 - Santa Clara 0

    1 - Crónica 

Na tarde deste sábado, o FC Porto recebeu o Santa Clara, em jogo a contar para a 34ª jornada da ILiga. No final do encontro verificou-se a vitória dos Dragões por 1-0. 
Para este jogo Francesco Farioli apostou num onze composto por: Diogo Costa; Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Francisco Moura, Alan Varela, Victor Froholdt, Rodrigo Mora, Borja Sainz, William Gomes e Deniz Gül.
Rodrigo Mora foi o primeiro a tentar criar perigo, mas o guarda-redes contrário levou a melhor. Pouco depois, do outro lado do campo, o Santa Clara procurou responder, com a bola a ir por cima da baliza à guarda de Diogo Costa. Mais tarde, por duas vezes, o guarda-redes do Santa Clara voltou a levar a melhor, primeiro num livre de Kiwior, e depois num remate de Alan Varela.
No segundo tempo, já depois de algumas alterações que alteraram a forma da equipa atacar, Rodrigo Mora esteve perto de marcar, mas atirou por cima. Ao minuto 70, Froholdt  cruzou e um jogador contrário colocou a bola na própria baliza. Até ao final do jogo, ainda houve tempo para Diogo Costa ceder o seu lugar a João Costa, que assim sagrou-se oficialmente campeão e o regresso à competição de Nehuén Pérez, após uma lesão grave. E já quase no final, Nehuén Pérez ficou perto de aumentar a vantagem portista no marcador. 
Com este resultado o FC Porto fecha o campeonato com 85 pontos.

2 - Análise 

Dia de festa que tinha de começar com uma vitória do FC Porto. Não se esperava um jogo fácil e, de facto, não o foi. O Santa Clara não quis ser um adereço da festa, quis complicar a vida aos Dragões. E, a verdade é que os dos Açores deram trabalho à defesa portista. Do outro lado do campo, o ataque portista teve algumas dificuldades em tomar a melhor decisão no último passe e em transpor a muralha defensiva do Santa Clara. O golo dos Dragões surgiu de um golo na própria baliza. 
Em suma, o FC Porto venceu pela margem mínima um jogo que poderia ter tido mais golos. Fechou assim uma época vitoriosa, com a conquista do principal objetivo, o título de campeão nacional, quatro anos depois. Obrigada FC Porto! 


PS. Nos próximos dias irei publicar uma série de textos sobre esta época.