1 - Aqui está a antevisão de Francesco Farioli da 8ª jornada da ILiga, frente ao Marítimo.
"“ESTE É UM JOGO HISTORICAMENTE COMPLICADO”
Francesco Farioli perspetiva o CS Marítimo-FC Porto da 8.ª jornada da Liga (sábado, 18h00)
Terminada a pausa FIFA, é tempo de voltar à competição, nomeadamente à Liga, pois a 8.ª jornada reserva uma sempre complicada viagem à Madeira, onde os Campeões Nacionais defrontam o CS Marítimo (sábado, 18h00, Sport TV). Perante um adversário que “historicamente sempre criou problemas ao FC Porto”, Francesco Farioli falou de “um jogo desafiante” e nestas contas também entra o estado do relvado, mas os jogadores querem continuar “a trabalhar juntos e a lutar juntos”. “Espero que possam replicar o nosso treino de ontem, que para mim foi um dos nossos melhores treinos de sempre. Falo sempre bem da forma como eles trabalham. Ontem tive de acabar o treino, mas queria continuar pois eles treinaram de forma fantástica. Existe vontade, a mentalidade certa e o desejo de competir com a melhor atitude”, acrescentou o técnico italiano. À entrada para esta ronda, o FC Porto é líder isolado com 21 pontos, mais cinco do que o Benfica e mais seis do que o Sporting, enquanto o CS Marítimo segue na 11.ª posição, com oito.
Jogar em casa do CS Marítimo nunca é fácil
“Para nós é claro. É uma equipa que historicamente sempre criou problemas ao FC Porto e as estatísticas dizem isso, que é um dos campos a jogar fora mais difíceis de se conseguir resultados. São números e estatísticas que temos na nossa cabeça, mas essencialmente é uma equipa que tem estado bem desde que regressou à Liga graças ao trabalho do treinador e ao que fazem campo. É uma equipa que nunca desiste e já recuperou três vezes o resultado nos últimos minutos. Vai ser um jogo desafiante por vários motivos e já se falou várias vezes sobre o estado do relvado. Espero que durante esta paragem tenham feito o que pudessem para o relvado estar nas melhores condições possíveis. Eles também querem ter um bom relvado para jogar, mas se não estiver, teremos de encontrar ferramentas diferentes para ultrapassar isso.”
Vem aí um novo ciclo de jogos
“Acabámos o primeiro ciclo da época com bons sentimentos e boas sensações. Esta pausa internacional parou essa dinâmica em termos de resultados, mas não em termos de desejo de trabalhar e melhorar. O jogo na Corunha ajudou-nos a manter um certo ritmo e tentar coisas diferentes, a desenvolver a equipa coletivamente e a tentar melhor algumas coisas em termos individuais, mas a verdade é que todos os jogadores trabalharam muito bem. Só temos a equipa completa desde ontem, à exceção do Santiago Gimenez, e desta vez foi um desafio porque não foram duas semanas, foram mais de 20 dias com jogadores espalhados pelo mundo. Agora eles têm de esquecer as obrigações internacionais e reconectarem-se com as nossas dinâmicas e os nossos princípios. Espero que possam replicar o nosso treino de ontem, que para mim foi um dos nossos melhores treinos de sempre. Falo sempre bem da forma como eles trabalham. Ontem tive de acabar o treino, mas queria continuar pois eles treinaram de forma fantástica. Existe vontade, a mentalidade certa e o desejo de competir com a melhor atitude. Vamos ter oito jogos oficiais para três competições diferentes, há muito para jogar.”
Um grupo de amigos que se reencontrou
“É um desafio diferente porque estivemos aqui com poucos jogadores e muitos deles espalhados pelo mundo. O que me dá fé e confiança é que temos um grupo maduro e muito comprometido. Na Gala dos Dragões de Ouro sentiu-se o prazer dos jogadores por estaremos de volta e a felicidade deles por voltarem a estar juntos. O treino de ontem foi o de um grupo de amigos que se voltou a encontrar, queriam trabalhar juntos e lutar juntos. O desafio está lá e este é importante. No ano passado tivemos dificuldades nos jogos após as pausas internacionais e há tópicos claros aos quais temos de estar atentos, mas a maturidade do grupo está lá e acredito que nesta parte não teremos problemas. Vamos encontrar uma equipa bem organizada e que nunca desiste, por isso temos de jogar bola após bola em todos os minutos do jogo. Temos de estar alerta porque o jogo não termina até estar terminado.”
André Silva, Samu e Santiago Gimenez
“É um bom problema para ter como treinador, ter três avançados prontos para jogar. O André neste momento é o mais fiável pelo facto de ter feito a pré-época e de estar num grande momento a nível físico e mental. O Samu é muito enérgico com o desejo de voltar, veio de uma lesão longa, mas trabalho muito para voltar e antecipar alguns passos. Foi fantástico poder utilizá-lo alguns minutos no clássico e poder jogar 45 contra o RC Deportivo, mas é um momento em que o entusiasmo de o ter de volta não pode superar as etapas da recuperação dele. Vamos tentar utilizá-lo o máximo possível sem nunca esquecer as limitações das cargas que lhe podemos dar. O Santi veio muito tarde depois de um verão complicado e agora esteve na seleção e teve bons minutos, foi positivo ter jogado. Agora vai ter tempo para estar connosco, para ter impacto e para ajudar quando precisarmos dele. É um jogador que tem de reencontrar o seu nível de confiança porque a qualidade está lá. Existe alguma pressão dos media, sobretudo na América do Sul, e agora é importante colocá-lo numa bolha. A época vai ser longa e com a experiência que temos da época passada, o importante é termos toda a gente preparada para depois podermos tomar decisões.”
O boletim clínico
“Esta paragem foi benéfica do ponto de vista da recuperação da maioria dos jogadores. Ainda temos alguns que estão limitados, temos e ver o que poderão fazer hoje e como se vão sentir. Hoje teremos de esperar pela sessão da tarde, mas no geral, o processo tem sido positivo, muito graças ao Departamento Médico e ao Departamento de Performance. Depois de muito tempo, estamos quase com a equipa toda na máxima força.”
O mais recente Relatório e Contas
“Na matemática nunca fui muito bem, mas a explicação do Clube é clara. O Clube está definitivamente num lugar melhor do que estava quando esta Direção tomou posse e no último verão foi feito um forte investimento para melhorar a qualidade da equipa, nomeadamente com jogadores jovens que estão a gerar um grande valor ao Clube.”
A renovação de William Gomes até 2031
“Antes de eu chegar, o William teve os seus meses para se adaptar. Na última época foi um jogador que percebeu a sua qualidade, brilhou em muitos jogos, mas faltava consistência. Agora falamos de um jogador diferente, que manteve a qualidade, mas tornou-se mais maduro, não só a competir, mas na forma como se prepara para competir. Estamos a falar de um jogador que está diferente, com mais qualidade, mais maduro, não um jogador apenas para competir, mas também a forma como se prepara para competir. Ele exige sempre mais dele, sempre pronto para competir. Os números da cláusula de rescisão deixam-me mais tranquilo, se alguém o quiser vir cá buscar, tem de pagar muito. Se alguém chegar tem de pagar até ao último euro, mas espero que ninguém venha e que fique connosco muito tempo.”
A contratação de Chris Smalling
“Foi uma discussão que tivemos durante a lesão de Nehuén Pérez. Até recuperou um pouco mais cedo do que esperávamos, por isso ele vai estar no banco, vendo como correrá o treino de hoje, mas acredito que nos próximos dias estará completamente reintegrado. Quisemos acrescentar um jogador com aquela experiência e continuarmos sempre fortes ao longo da temporada. Com ele ficamos mais completos no setor defensivo. Chegou em excelente forma física, o que demonstra o seu nível de profissionalismo. Acho que vai ter um papel muito importante esta temporada. É dominador pelo ar, tem um impacto físico nos duelos. Com Smalling o nosso lote de centrais fica mais completo, reforçamos a parte central do campo. Chegou em excelente forma porque foi logo capaz de jogar 60 minutos depois de um treino, isso diz muito do seu nível de profissionalismo, como aconteceu na época passada com o Thiago Silva. Chegou e seis dias depois jogou 90 minutos no clássico com o Benfica. São jogadores muito diferentes, mas profissionais de topo.”
Uma defesa profunda
“Nehuén está a voltar de um ano fora e é normal que precise de tempo e condições para estar bem. Fez a pré-época sem problemas e depois do jogo com o City teve este problema, que felizmente está recuperado, mas a época é longa. Nehuén jogou em várias posições, mesmo a defesa direito, onde temos Alberto Costa e Martim Fernandes expostos a muita intensidade. Na realidade, não vejo isto como um problema. Vai ajudar a subir o nível dos treinos porque ter um ou dois jogadores mais do que na época passada em termos de profundidade, não é só um desafio para entrarem na equipa, mas também aumenta o nível de treinos e o nível competitivo. Todos estão prontos para assumir o desafio da melhor forma possível.”
O talento de Gabriel Mec
“Ontem vieram membros da CBF ao Olival e foi um momento para partilharmos informações. O Gabriel Mec é um jogador super talentoso. Foi a nossa maior movimentação no mercado porque foi uma oportunidade única. Vai dar qualidade e alternativas de acordo com o tipo de jogo e com a sua capacidade de adaptação às nossas exigências. O jogo na Corunha deu-nos informações interessantes, mas sobre a qualidade técnica já sabia dos vídeos e do relatório que recebi, de jogos que vi. O que me surpreendeu foi a sua personalidade. É muito extrovertido, muito aberto a todos. Fácil de haver ligação. O trabalho do Pepê, um bocadinho como pai, e do William como irmão mais velho, ajudou-o a entrar na dinâmica no grupo. Estamos todos impressionados com a sua ética de trabalho, com o que fez no jogo na Corunha, com duas ou três corridas de 50 ou 60 metros para voltar a atrás, que são uma questão inegociável. Já estar neste nível de entendimento após poucas semanas mostra-me que vai ter um papel mais cedo ou mais tarde.”
Souza dará um contributo importante
“É um jogador que vem de um grande clube na Premier League. Um jogador com enorme potencial, tecnicamente talentoso. A prioridade é colocá-lo nas condições ao nível das exigências dos nossos laterais, expostos a grande stress físico, para cima e para baixo no campo. É o que estamos fazer, estamos a levá-lo a esse nível e a cada dia está mais perto. A condição física está a melhorar a cada dia e isso ajuda a tomar a melhores decisões.”
A competitividade da Liga portuguesa
“Acredito que todos os jogos são complicados, o principal desafio desta Liga é a exigência que todos os jogos têm. As equipas de Portugal têm muitas formas diferentes de jogar, o CS Marítimo é uma equipa forte fisicamente e recupera de desvantagens durante o jogo, tal como com o Académico de Viseu. São todos fatores que conhecemos, vai ser importante estarmos ligados aos nossos princípios, à nossa forma de jogar. Depois do árbitro apitar, temos de estar prontos para ir a jogo. Vamos sempre pensar jogo a jogo.”"
Retirado do site oficial do FC Porto
2 - O meu palpite para a equipa titular é:
Diogo Costa; Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Pablo Rosario, Victor Froholdt, Gabri Veiga, William Gomes, Pepê e André Silva.
3 - Sobre o jogo
Não se espera um jogo fácil, mas espera-se que os comandados de Francesco Farioli transformem as dificuldades em facilidades. Para tal espera-se um FC Porto competente; concentrado; coeso; confiante; determinado; empenhado; rigoroso; motivado; ambicioso; sólido; solidário; unido; e eficaz tanto a defender como a atacar.
Força FC Porto!
portista a cem porcento
Sempre e para sempre portista a cem porcento! Tudo por uma paixão que não se vê, sente-se!
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
Antevisão da 8ª Jornada da ILiga
domingo, 20 de setembro de 2026
Crónica e Análise: FC Porto 3 - Benfica 1
1 - Crónica
Na noite deste domingo, o FC Porto recebeu o Benfica, em jogo a contar para a 7ª jornada da ILiga. No final do encontro verificou-se a vitória dos Dragões por 3-1.
Para este jogo Francesco Farioli apostou num onze composto por: Diogo Costa; Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Pablo Rosario, Victor Froholdt, Gabri Veiga, William Gomes, Pepê e André Silva.
Os primeiros minutos de jogo pautaram-se por uma espécie de estudo mútuo, sem que nenhuma das equipas tivesse uma real oportunidade de golo. A primeira ocasião de perigo surgiu junto da baliza portista ao minuto 18, e Pablo Rosário cortou no momento certo. do outro lado do campo, ao minuto 26, de livre, Gabri Veiga tentou acertar no alvo. Ao minuto 32 Gabri Veiga não falhou e colocou os Dragões em vantagem no marcador. Entretanto o Benfica ficou reduzido a 10. Depois William Gomes, viu o guarda-redes adversário negar-lhe os festejos.
No segundo tempo, Pablo Rosário foi o primeiro a criar perigo. Contudo, do outro lado do campo, ao minuto 52, o Benfica empatou. O FC Porto foi rápido a reagir ao golo do adversário e ao minuto 55 Victor Froholdt voltou a colocar os azuis e brancos na frente do marcador. Mas os golos não ficariam por aqui. Ao minuto 60, Inbeom Hwang aumentou a vantagem portista. Pouco depois, ao minuto 64, André Silva ficou perto de marcar, não fosse o guarda-redes contrário negar-lhe o golo. ao minuto 78, foi Jan Bednarek a tentar a sorte, mas a bola passou ao lado do poste. Do outro lado do campo, Diogo Costa ainda foi chamado a intervir para travar um remate do adversário. Até ao final não houve mais golos, mas houve tempo para os regressos após lesão, muito aplaudidos, de Samu e Pietuszewski.
Com esta vitória o FC Porto soma 21 pontos, lidera o campeonato com mais 5 pontos que Benfica e mais 6 que Sporting.
2 - Análise
Um clássico entre Dragões e águias, um jogo que ninguém quer perder e em que as emoções estão sempre ao rubro. Não se esperava um jogo fácil, e de facto não o foi. O FC Porto venceu de forma justa, porque conseguiu impor a sua estratégia, ainda que inicialmente não tenha sido fácil. Os Dragões marcaram primeiro, no segundo tempo viram o Benfica empatar, mas conseguiram reagir rapidamente ao golo sofrido colocando-se de novo em vantagem, que aumentaram minutos depois. E, desta forma, não só mantem a liderança no campeonato, como conseguem alargar as distâncias para Benfica e Sporting. O FC Porto está a crescer, está a conseguir consolidar processos, ainda que algumas coisas precisam ser melhoradas (vão sempre haver pormenores a melhorar). Deste jogo destaco Gabri Veiga, Victor Froholdt e Inbeom Hwang, pelos golos, mas também destaco Pietuszewski e Samu, pelos regressos à competição, sobretudo o de Samu, depois de uma paragem longa por lesão.
Em suma, vitória justa e importante no clássico, liderança consolidada. Agora vem aí uma longa paragem para jogos das seleções que não vem na melhor altura (nunca vem), porque o FC Porto está num momento de melhoria de forma e de processos. Que ninguém, dos convocados para as seleções, se lesione e que os que ficam no Olival aproveitem para trabalhar bem, assim como os lesionados aproveitem para recuperar, ou regressados de lesão, aproveitem para recuperar forma física. Vamos Porto!
sábado, 12 de setembro de 2026
Crónica e Análise: Casa Pia 1 - FC Porto 4
1 - Crónica
No final de tarde deste sábado, o FC Porto deslocou-se ao terreno do Casa Pia, em jogo a contar para a 6ª jornada da ILiga. No final do encontro verificou-se a vitória dos Dragões por 1-4.
Para este jogo Francesco Farioli apostou num onze composto por: Diogo Costa; Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Francisco Moura, Pablo Rosario, Inbeom Hwang, Gabri Veiga, William Gomes, Pepê e André Silva.
O FC Porto entrou determinado a marcar o mais rápido possível. Bednarek foi o primeiro a tentar criar perigo, mas sem sucesso. Depois foi Gabri Veiga a tentar a sorte, com a bola a ir ao poste. Mais tarde, ao minuto 43, foi assinalada grande penalidade a favor do Casa Pia, que colocou-se na frente do Marcador. O FC Porto foi rápido a reagir à desvantagem e André Silva, ainda antes do intervalo, repôs a igualdade no marcador.
No segundo tempo, ao minuto 60, Kiwior completou a reviravolta no marcador. E ao minuto 67, Borja Sainz aumentou a vantagem portista. Por fim, ao minuto 91, foi assinalada grande penalidade a favor do FC Porto que Santiago Gimenez se encarregou de converter no quarto golo dos Dragões, o seu primeiro golo de azul e branco.
Com este resultado o FC Porto lidera o campeonato com 18 pontos.
2 - Análise
O regresso ao campeonato depois da Liga dos Campeões. Tipicamente jogos complicados, pela mudança do shippe e por ser um jogo após outro exigente. Para além disso, tratava-se de um jogo num terreno onde no ano passado o FC Porto perdeu, portanto, era importante quebrar esta barreira. Por tudo isto, não se esperava um jogo fácil e, de facto, não o foi. Não considero que o FC Porto tenha feito um jogo brilhante, sem ser mau, considero que fez um jogo competente, que obrigou a reagir à desvantagem. O FC Porto entrou determinado a marcar cedo, mas faltou afinar a pontaria ou definir melhor os lances de ataque. Depois os da casa colocaram-se na frente do marcador e foi necessário reagir. E o FC Porto reagiu depressa, marcando antes do intervalo. Na segunda parte os Dragões não só completaram a cambalhota no marcador, como marcaram mais 2 golos para consolidar a vitória. Deste jogo destaco André Silva, Jakub Kiwior, Borja Sainz e Santiago Gimenez, pelos golos.
Em suma, o FC Porto venceu de forma justa um jogo que não se esperava fácil. Na próxima jornada há jogo grande no Dragão. Vamos Porto!
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Antevisão da 6ª Jornada da ILiga
1 - Aqui está a antevisão de Francesco Farioli da 6ª jornada da ILiga, frente ao Casa Pia.
"“NÃO HÁ TEMPO PARA DISTRAÇÕES. FOCO TOTAL E MÁXIMA ENERGIA NO JOGO COM O CASA PIA”
Francesco Farioli perspetivou a deslocação a Rio Maior, da sexta jornada da Liga (sábado, 18h00)
A derrota do ano passado em Rio Maior “ainda está fresca na memória” de Francesco Farioli e, por isso, o treinador garante não haver “tempo para distrações”. “Foco total e máxima energia no jogo com o Casa Pia” são os requisitos obrigatórios para os jogadores que “competiram bem frente ao Manchester City e correram mais do que o adversário”, mas têm de entrar no duelo da sexta jornada da Liga (amanhã, 18h00, Sport TV1) “bem preparados, muito focados e com vontade de fazerem um grande jogo”. Victor Froholdt “ainda está a cumprir o protocolo” e é baixa confirmada para o líder do campeonato.
A derrota em Rio Maior na época passada
“O jogo do ano passado ainda está fresco na nossa memória. As condições não eram as melhores, o relvado não estava em muito bom estado, mas não foi esse o maior problema. Concedemos várias situações e acabámos por pagar caro por isso. Mesmo a atacar com tudo, não conseguimos vencer e foi a primeira derrota na Liga. As memórias desse jogo ainda estão bem vivas. Estamos numa nova temporada, eles mudaram o treinador e têm alguns novos jogadores. Mudaram bastante em termos de dinâmicas, jogam um futebol positivo e tentam ter a bola, jogam com uma linha de quatro defesas, há algumas mudanças. É um adversário que quer os três pontos, mas nós também queremos muito, porque são fundamentais para a nossa caminhada. Queremos treinar bem hoje e ir bem preparados para o ambiente que vamos encontrar. Temos o desejo e a necessidade de voltar de Lisboa com os três pontos.”
Victor Froholdt
“Infelizmente o Victor Froholdt ainda não está disponível. Foi um trauma grande, como se vê nas imagens. Está a recuperar bem, mas ainda está a cumprir o protocolo e não podemos contar com ele.”
A análise justa ao duelo com o Manchester City
“Acho que a energia dos jogadores está boa. Sei que as minhas opiniões depois do jogo despoletaram alguns comentários por ter dito que tinha sido um jogo fantástico. Estava relacionado com todo o contexto do duelo, não nos podemos esquecer que nos faltavam cinco jogadores para defrontar uma das melhores equipas do mundo. Ainda assim, competimos bem, o jogo esteve em aberto até aos 92 minutos. Se calhar não criámos um grande volume de oportunidades, mas os zero remates enquadrados são apenas uma estatística. Há coisas que as estatísticas não mostram, como as 14 ou 15 vezes em que chegámos perto da área deles em vantagem ou igualdade numérica e falhámos por alguns centímetros no momento de definir. Analisando bem, penso que a equipa competiu muito bem, teve a capacidade de lutar a nível físico e de correr mais do que o adversário. Claro que poderíamos ter criado mais perigo, mas a análise é positiva e eu fi-la. Duvido que alguns dos vossos colegas tenham feito o mesmo. À parte disso, não ficámos satisfeitos com o resultado, foi um jogo que exigiu muito de nós física e mentalmente, tivemos um dia para recuperar toda a gente e hoje e amanhã de manhã para preparar o jogo da melhor forma e chegar ao jogo com o estômago vazio e a vontade de competir por mais três pontos.”
Foco total no Casa Pia
“Nós dizemos sempre o mesmo, que encaramos o calendário jogo a jogo. Queremos tirar o máximo de cada jogo e amanhã não é exceção. Não podemos desperdiçar energia a pensar no clássico porque temos tempo suficiente para recuperar até lá. Não há tempo para distrações. Foco total e máxima energia no jogo com o Casa Pia.”
Oskar Pietuszewski
“O Oskar Pietuszewski está a recuperar de duas lesões. Já está a treinar parcialmente com a equipa, mas teremos de ter bastantes certezas antes de voltar para garantir que não volta a acontecer. Prefiro ter um cuidado extra porque é um jogador com grande explosão e queremos tê-lo de volta em plena forma para nos ajudar com todas as suas qualidades”.
A frente de ataque
“A necessidade de termos os nossos pontas de lança em condições vai ser chave. O André Silva é o que está em melhor forma e está a ser irrepreensível em termos de contribuições para golo e entendimento do jogo. Quanto ao Santiago Gimenez, vem de dois anos com pequenas lesões, ainda que uma delas tenha obrigado a que parasse mais tempo. Não fez a pré-época no AC Milan, mas agora está aqui e muito motivado para ajudar a equipa. Estivemos a beber café antes de vir para aqui e ele parece bastante feliz, com o espírito certo e o desejo de ajudar a equipa. Vai precisar de algum tempo. Se for à seleção, esperemos que some minutos e consiga treinar num bom ritmo. Se ficar, será ainda melhor porque serão três semanas para trabalhar da melhor forma. Quanto ao Samu, está a trabalhar muito e a desafiar todas as probabilidades, mas não gosto de colocar os meus jogadores em perigo, por isso primeiro temos de ter todas as luzes verdes do departamento médico. Será um prazer para mim, para os colegas e para os adeptos ter as suas qualidades e energia de volta.”
Os níveis físicos do plantel
“Para jogar àquele nível é preciso entender o ritmo do jogo, porque quando o adversário acelera, os nossos jogadores têm de perceber a densidade de espaços abertos, especialmente porque não queremos perder a nossa identidade, por isso jogámos muitas vezes em homem a homem e recuperámos uma bola ao guarda-redes que quase resultava em golo. Em termos de trabalho da equipa não podia estar mais satisfeito, a equipa correu mais do que o Manchester City, mesmo tendo eles um perfil físico distinto, mas compensámos isso com muita vontade e com o trabalho que fizemos durante as últimas semanas para conseguirmos competir nestes jogos. Os jogadores fizeram um jogo fantástico. Já na época passada tínhamos corrido mais do que os adversários nos 53 jogos que fizemos, neste ano o nível subiu, mas estamos com as mesmas referências. Sabemos o que exige o nosso estilo de jogo, mas a equipa tem conseguido lidar com isso e, em breve, quando todos estiverem aptos, vamos ter soluções para rodar a equipa e manter toda a gente com as pernas e a cabeça frescas como estivemos e como estamos.”
Seko Fofana
“Sobre o Seko Fofana, digo o mesmo que disse sobre o Santiago Gimenez. Chegou nos últimos dias do mercado, veio com uma lesão do Stade Rennais e teve um verão muito curto. É um jogador muito físico, precisa de estar com um nível muito alto, para já consegue causar impacto, mas ainda não o vejo com capacidade para começar de início. A pausa internacional vai ser fundamental para voltar ao nível a que estava na temporada passada. A partir daí, vou tomar as melhores decisões possíveis.”
Ainda a Champions
“Os clipes virais não nos dão pontos. Tivemos bons momentos e boas jogadas, mas serem bons não chega para ganhar. Quando tivermos de volta jogadores como o Oskar Pietuszewski ou o Samu vai ser possível refrescar a equipa, porque não é fácil manter sempre este ritmo sem rodar. Por exemplo, para o William Gomes manter este ritmo e esta intensidade não é fácil. Tem jogado sempre a titular, no ano passado era um jogador que estava habituado a partir o jogo quando entrava e agora está a fazer o mesmo desde o início, o que pode levar a uma certa carga mental. Apenas tem 19 ou 20 anos, era suplente e agora esteve a jogar frente a um jogador que custou 80 ou 90 milhões de euros. Claro que nestes jogos a eficiência baixa um pouco, mas isso não devia ser uma crítica, é apenas um facto. Estamos num processo de crescimento e de ganho de experiência para certos jogadores. Foi o meu primeiro jogo de Liga dos Campeões, mas também foi o primeiro do Alberto Costa e do Gabri Veiga, que fizeram grandes exibições, tal como o William Gomes. Temos de perceber onde estamos na nossa caminhada e todo o contexto levou ao meu comentário de que o jogo tinha sido positivo. O Manchester City já está no passado, o foco está totalmente depositado no Casa Pia, um jogo fora de casa num campo em que nos custou jogar na época passado. Estamos bem preparados, muito focados e com vontade de fazer um grande jogo amanhã às 18h00.”"
Retirado do site oficial do FC Porto
2 - O meu palpite para a equipa titular é:
Diogo Costa; Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Pablo Rosario, Alan Varela, Gabri Veiga, William Gomes, Pepê e André Silva.
3 - Sobre o jogo
Não se espera um jogo fácil, mas espera-se que os comandados de Francesco Farioli transformem as dificuldades em facilidades. Para tal espera-se um FC Porto competente; concentrado; coeso; confiante; empenhado; rigoroso; ambicioso; motivado; sólido; solidário; unido; e eficaz tanto a defender como a atacar.
Força FC Porto!
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
Crónica e Análise: FC Porto 0 - Manchester City 2
1 - Crónica
Na noite desta terça, o FC Porto recebeu o Manchester City, em jogo a contar para a 1ª jornada da fase de liga da Liga dos Campeões. No final do encontro verificou-se a derrota dos Dragões por 0-2.
Para este jogo Francesco Farioli apostou num onze composto por: Diogo Costa; Alberto Costa, Nehuén Pérez, Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Pablo Rosario, Alan Varela, Gabri Veiga, William Gomes, Pepê e André Silva.
Na primeira parte, o FC Porto foi o primeiro a procurar criar perigo por intermédio de Gabri Veiga, com o guarda-redes adversário a defender, ainda assim, o lance foi invalidado por fora de jogo. Do outro lado do campo, Diogo Costa, por três vezes, duas no mesmo lance, travou tentativas do City.
No segundo tempo, ao minuto 47, o Manchester City colocou-se na frente do marcador. O FC Porto procurou responder e ao minuto 53, André Silva ficou perto do empate, assim como Alan Varela, ao minuto 56, viu a bola passar perto da baliza contrária. Os Dragões mantiveram a desvantagem na margem mínima até ao minuto 91, quando o Manchester City ampliou a vantagem.
2 - Análise
Dois anos depois, o FC Porto está de regresso a Liga dos Campeões e o Dragão encheu de portistas para apoiar a equipa frente a um Manchester City que investiu muito dinheiro em reforços. Em teoria, esta seria a melhor altura para defrontar o City, já que ainda está a encaixar as peças depois de várias mudanças. Ao FC Porto não faltou apoio na bancada, num jogo que não foi de encher o olho, os Dragões fizeram o possível para contrariar o favoritismo do adversário. Na minha perspectiva, o FC Porto não esteve completamente mal, mas faltou decidir melhor na frente e não ter medo de rematar. É que nestes jogos, não da para ter medo de arriscar quando surgem as oportunidades, que podem ser poucas. A verdade, também, é que talvez há jogadores a quem faltou maturidade, ainda há que deixar para trás o registo Liga Europa. Sendo realista, este seria o desfecho mais natural, mas, nós portistas, aprendemos que o poder financeiro nem sempre entra em campo e as vezes é possível fazer frente. Foi com essa esperança que os portistas encheram o Dragão. Desta vez o FC Porto não foi feliz, mas que nunca nos falte a esperança, o sonho e a ambição, Afinal de contas sabemos que não é por adversários terem planteis mais ou menos valiosos que o FC Porto deixou de ter sucesso. O FC Porto não merecia perder por 2 golos de diferença. E não, não é esta derrota que deita por terra todo o trabalho desenvolvido até aqui. Há coisas a corrigir e a melhorar, sim, e todos sabemos que sim, mas este resultado não pode ser encarado como um travão na evolução e sim como algo que faz parte do crescimento da equipa, para ganhar maturidade e traquejo nestes jogos de Liga dos Campeões. Segue-se a ILiga. Vamos Porto!
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
Antevisão da 1ª Jornada da Fase de Liga da Liga dos Campeões
1 - Aqui está a antevisão de Francesco Farioli e de Diogo Costa da 1ª jornada da fase de liga da Liga dos Campeões, frente ao Manchester City.
"“SEMPRE QUE JOGAMOS NO DRAGÃO ALGO ESPECIAL PODE ACONTECER”
Francesco Farioli projeta a receção ao Manchester City, da 1.ª jornada da Liga dos Campeões (20h00, Sport TV5)
“A história do FC Porto na Liga dos Campeões é enorme” e conhece esta terça-feira o 28.º capítulo, quando Szymon Marciniak apitar para o início do duelo frente ao Manchester City (20h00, Sport TV5), “um dos principais candidatos ao título e uma das melhores equipas do mundo” que “investiu 527 milhões de euros no último mercado e tem sido construída para ganhar tudo”.
“Cabe-nos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para lhes dificultarmos as tarefas”, assume Francesco Farioli ciente de que “esta é uma oportunidade para o grupo provar o seu valor ao mais alto nível”, determinado a proporcionar “a grande noite que o FC Porto e os seus adeptos merecem ter” e seguro de que “a família portista vai ter um papel importante a criar o ambiente certo para uma grande exibição”: “Sempre que jogamos no Estádio do Dragão, algo especial pode acontecer”.
Um histórico da competição
“A história do FC Porto na Liga os Campeões é enorme, seja pelo número de jogos, pelas participações ou pelos dois troféus. Vamos defrontar um dos principais candidatos ao título, temos muito respeito pelo adversário que vamos enfrentar amanhã, seja pela qualidade individual e pela organização, mas também pelo legado construído pelo Pep Guardiola, que agora está num novo ciclo com o Enzo Maresca. Vai ser um jogo que irá exigir o nosso melhor e vamos dar tudo para fazer os nossos adeptos felizes, sabendo que, sempre que jogamos no Estádio do Dragão, algo especial pode acontecer.”
As ausências na coluna central
“Se recordarmos o primeiro jogo no ano passado na Liga Europa, faltam-nos todos os jogadores da coluna central menos o Diogo Costa. Falta-nos o Jan Bednarek, o Victor Froholdt e o Samu, além das ausências do Zaidu e do Oskar Pietuszewski, que são jogadores importantes para nós. Não vai ser possível ter toda a gente, mas esta é uma oportunidade para o grupo provar o seu valor ao mais alto nível e dar mais uma prova do bom trabalho que faz em campo, bem como de mostrar que consegue reagir a estas ausências e fazer uma grande exibição.”
A importância dos adeptos
“Tudo varia em função das necessidades da equipa, tenho de pensar no que preciso de fazer para trazer energia à equipa. Chegaram alguns jogadores nos últimos dias do mercado e ainda não estão na forma que desejamos. Estamos convictos do que temos de fazer amanhã. Por outro lado, é muito importante que o grupo dê um passo em frente e encontre as respostas para as ausências que temos. Além disso, a família portista vai ter um papel importante a criar o ambiente certo para uma grande exibição.”
O leque de avançados
“É um problema fantástico para se ter, o melhor mesmo. Quando os três avançados estiverem em forma, será um prazer escolher.”
A estreia na Champions
“Estou muito feliz por me estrear na Liga dos Campeões aos 37 anos, acho que é muito bom. Cheguei a qualificar-me, mas este atraso que tive até à minha estreia na Champions fez todo o sentido, porque as decisões que tomámos aqui no FC Porto foram muito importantes. Tudo chega no tempo certo, amanhã é o meu primeiro jogo na Liga dos Campeões, mas tratamos todos os jogos da mesma forma, com o mesmo detalhe, atenção e preparação. Normalmente, até damos ainda mais ímpeto nas competições nacionais, porque exige maior esforço de motivação. Ter motivação amanhã vai ser fácil para todos, tal como manter os níveis de alerta. O mais importante são os níveis que teremos e a capacidade para executar o nosso plano num jogo da máxima exigência, até porque vamos jogar contra uma das melhores equipas do mundo, que investiu 527 milhões de euros no último mercado e mais de três mil milhões no último ano. É uma equipa que tem sido construída para ganhar tudo e cabe-nos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para lhes dificultarmos as tarefas.”
A força extra do Dragão
“O mais importante é sempre o espírito da equipa. Esta manhã, estávamos a rir-nos na reunião sobre as boas e as más notícias. As más são que teremos de correr muito. As boas são que temos as pernas e os pulmões suficientes para fazermos uma grande exibição contra um adversário que é física e tecnicamente um dos melhores do mundo. Da nossa parte, sabemos quem somos, jogamos sempre com a mesma humildade, mas com o mesmo nível de ambição, sempre cientes de que, no Estádio do Dragão, podemos fazer algo especial juntamente com os portistas. Eles vão ajudar-nos a correr sempre mais cinco metros para termos a grande noite que o FC Porto e os seus adeptos merecem ter.”
Alerta máximo
“Vamos precisar de toda a gente ao mais alto nível amanhã, seja dos que começarem de início ou dos que entrarem a partir do banco. Não há outra forma de competir que não dando o máximo.”
Samu
“Temos de avaliar diariamente. Ele tem trabalhado muito para recuperar, mas, como já disse, antes de voltar a ter minutos, temos de ter várias confirmações por parte da equipa médica e dos médicos que estiveram envolvidos na cirurgia. Vê-lo perto do resto da equipa, a começar a treinar e tocar na bola é uma motivação extra para todos.”"
"“VAI SER UM JOGO MUITO COMPETITIVO E QUEREMOS DEMONSTRAR O NOSSO ADN”
Diogo Costa antecipa a estreia na Liga dos Campeões (terça-feira, 20h00)
A ronda inaugural da Liga dos Campeões traz o Manchester City ao Estádio do Dragão esta terça-feira (20h00, Sport TV5) e Diogo Costa perspetiva “um jogo competitivo e difícil” frente a “uma equipa com uma valorização muito grande e em que as individualidades são muito fortes”. “Respeitamos o adversário, mas somos capazes de competir e estamos preparados para os enfrentar com muita humildade”, assegura o capitão desejoso de “deixar uma amostra muito forte do que é o FC Porto” dentro de campo ao longo dos 90 minutos de um “verdadeiro jogo de Liga dos Campeões”.
Regresso à Liga dos Campeões
“É uma competição na qual já não participávamos há algum tempo e na qual temos saudades de jogar. Todos os jogadores querem jogar num palco destes. Vai ser um verdadeiro jogo de Liga dos Campeões. Sabemos que vamos jogar contra as melhores equipas do mundo. Vai ser um jogo competitivo, mas queremos mostrar o nosso ADN. Esperamos um jogo difícil. Respeitamos o Manchester City, mas somos capazes de competir. Sabemos os nossos pontos fortes e fracos, assim como os deles, e queremos explorá-los.”
O papel do guarda-redes
“Adaptamo-nos todas as semanas ao adversário que vamos defrontar. O Manchester City é uma equipa com uma valorização muito grande e em que as individualidades são muito fortes. Estamos preparados para aquilo que eles nos vão apresentar e para os enfrentarmos com muita humildade. Sabemos que temos de trabalhar muito, estar concentrados e cometer o menor número de erros possível. Na Liga dos Campeões, o mínimo erro sai caro. Somos capazes, queremos competir e mostrar o nosso ADN.”
De azul e branco
“Sinto o carinho dos adeptos portistas e isso deixa-me muito feliz. Dá-me ainda mais motivação saber que sou apoiado por muita gente. Sinto muita felicidade ao ver os portistas felizes.”
Erling Haaland
“Quando jogamos na Liga dos Campeões já sabemos que vamos defrontar os melhores, mas, neste caso, estamos a falar de um dos melhores avançados do mundo, ou talvez do melhor. Da minha parte, isso requer outro tipo de atenção. Contudo, a minha humildade é sempre a mesma e preparo-me da mesma forma seja contra o Moreirense FC ou contra o Manchester City. Trabalho da mesma maneira e analiso os mesmos vídeos, mas sinto uma motivação muito grande para competir com eles.”
A atitude certa
“A motivação de jogar na Liga dos Campeões, por si só, já nos dá o alerta necessário de forma inconsciente. Temos de estar na melhor forma possível durante o jogo. O que tento transmitir à equipa é que os erros se pagam caro na Liga dos Campeões. A motivação já nos deixa em estado de alerta, mas depois temos de saber tranquilizar o grupo, desfrutar da experiência e ter a calma necessária para fazer o nosso trabalho bem feito. Vamos querer competir e mostrar o nosso ADN.”
Uma defesa coesa
“A comunicação é sempre um fator importante na parte defensiva, assim como a atitude e a concentração. Vamos ter uma atenção especial ao Manchester City por ser uma equipa com uma valorização muito grande, mas trabalhamos sempre da mesma maneira e preparamos todos os jogos da mesma forma para competir.”
As equipas inglesas
“Se vamos conseguir ganhar ou não, não sei, mas somos capazes de competir com esta equipa. Já o provámos contra o Arsenal, mas claro que o contexto é diferente, porque temos outros jogadores. Vai ser diferente. Sabemos que somos capazes de competir com eles e que temos pernas para correr. É isto que queremos mostrar amanhã.”
Objetivos para esta edição
“Pela nossa história na Liga dos Campeões, é normal que queiramos chegar aos quartos de final, mas temos a humildade necessária para perceber que temos de pensar jogo a jogo, tendo em conta as equipas contra quem vamos jogar. Queremos deixar uma amostra muito forte do que é o FC Porto e do nosso ADN. O nosso objetivo é chegar o mais longe possível.”"
Retirado do site oficial do FC Porto.
2 - O meu palpite para a equipa titular é:
Diogo Costa; Alberto Costa, Nehuén Pérez, Jakub Kiwior, Francisco Moura, Pablo Rosario, Foffana, Gabri Veiga, William Gomes, Pepê e André Silva.
3 - Sobre o jogo
Não se espera um jogo fácil, mas espera-se que os comandados de Francesco Farioli transformem as dificuldades em facilidades. Para tal espera-se um FC Porto competente; coeso; confiante; concentrado; empenhado; rigoroso; motivado; ambicioso; sólido; solidário; unido; e eficaz tanto a defender como a atacar.
Força FC Porto!
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Crónica e Análise: FC Porto 2 - Moreirense 1
1 - Crónica
Na noite desta sexta, o FC Porto recebeu o Moreirense, em jogo a contar para a 5ª jornada da ILiga. No final do encontro verificou-se a vitória dos Dragões por 2-1.
Para este jogo Francesco Farioli apostou num onze composto por: Diogo Costa; Alberto Costa, Jan Bednarek, Jakub Kiwior, Francisco Moura, Pablo Rosario, Victor Froholdt, Gabri Veiga, William Gomes, Pepê e André Silva.
Pertenceu ao Moreirense a primeira grande oportunidade de golo do jogo, que acabaram por desperdiçar o lance. E ao minuto 20 os visitantes colocaram-se em vantagem. Do outro lado, André Silva e William Gomes tentaram responder, sem sucesso. O golo do empate surgiu ao minuto 37, por intermédio de Bednarek. Já perto do intervalo, Gabri Veiga ficou perto de completar a reviravolta no marcador.
No início do segundo tempo, Pepê, Alberto Costa e William Gomes tentaram desfazer o empate. do outro lado Moreirense tentou responder. do outro lado do campo, ao minuto 58 William Gomes fez o segundo golo dos azuis e brancos. O terceiro golo dos portistas podia ter chegado pouco depois, não fosse Froholdt ter falhado a pontaria. André Silva viu o guarda-redes contrário negar-lhe o golo. Mas o Moreirense não desistiu, e Diogo Costa teve de, com uma grande defesa, impedir o empate. Seguiu-se um momento tenso no Dragão, com a lesão de Froholdt, que perdeu os sentidos após um choque com um adversário que acabou por ser expulso. Até ao final, por duas vezes, o guarda-redes do Moreirense travou o primeiro golo de Santi Giménez.
Com este resultado o FC Porto soma 15 pontos e lidera o campeonato de forma isolada.
2 - Análise
Não se esperava um jogo fácil e não foi. O FC Porto, pela primeira vez esta época, teve de recuperar de uma desvantagem e conseguiu-o da melhor forma. Gostei mais da segunda parte do que da primeira, mas gostei da forma como a equipa conseguiu reagir à desvantagem, ainda antes do intervalo e a verdade é que podia ter marcado mais golos na segunda parte. Gostei da forma como Santi Giménez entrou, com vontade de marcar. Deste jogo destaco Bednarek e William Gomes, pelos golos.
Em suma, o FC Porto venceu de forma justa um jogo que começou a perder. Na terça começa a caminhada na Liga dos Campeões. Vamos Porto!
PS. Que esteja tudo bem com Froholdt.