segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Crónica e Análise: Estoril 1 – FC Porto 0 (Ao Fim da Primeira Parte)



1 – Crónica

Ao início de noite desta Segunda o FC Porto deslocou-se ao terreno do Estoril, em jogo a contar para a 18ª jornada da Liga. No momento em que o encontro foi interrompido, ao intervalo, verificou-se a derrota dos Dragões por 1-0.
Para este jogo Sérgio Conceição apostou num onze composto por José Sá; Maxi, Filipe, Reyes e Alex Telles; Danilo, Herrera e Layun; Ricardo Pereira, Aboubakar e Marega.
O Estoril entrou em campo determinado a complicar a estratégia do FC Porto. Complicou tanto que o primeiro remate dos portistas apenas aconteceu ao minuto 15, Mas Marega não foi feliz. Quem foi feliz foi o Estoril que ao minuto 17, colocou-se em vantagem. Aboubakar, Marega ou Reyes tiveram nos pés a hipótese de repor o empate no marcador, contudo, a pontaria não estava afinada. Verdade seja aqui escrita, o Estoril também podia ter ampliado a vantagem. E assim chegou o intervalo.
E foi no intervalo que se verificaram os problemas na bancada onde se encontravam os adeptos portistas. De repente os adeptos começaram a descer para o relvado e os relatos recolhidos pelos jornalistas apontavam para problemas com a estrutura da bancada. Entretanto, depois de uma primeira vistoria, mandaram as pessoas voltarem a bancada, ainda que só algumas voltaram. E quando se pensava que o jogo iria ser retomado, eis que chega a notícia de que o jogo estava suspenso.
O FC Porto disponibilizou no seu site oficial uma galeria de fotos que mostra o estado da estrutura da bancada, presente no link:
Com este resultado, que se verifica ao intervalo do jogo, o FC Porto está em segundo lugar da liga.

2 – Análise

Não se esperava um jogo fácil e, de facto, o primeiro tempo não o foi. Até ao intervalo o Estoril conseguiu, primeiro, colocar em campo a sua estratégia de jogo, impedindo que os Dragões jogassem como gostam. Para além disso, notou-se a falta de Brahimi, ou de um construtor de jogo… O Estoril acabou por colocar-se em vantagem. e o FC Porto foi incapaz de ser eficaz no ataque, apesar de ter beneficiado de algumas ocasiões de golo. Em suma, o FC Porto não estava a realizar um bom jogo.
A grande questão neste momento é: quando se irá realizar a segunda parte deste jogo? O FC Porto tem um calendário completamente apertado nas próximas semanas. Resta, por isso, esperar pela data da segunda parte, para ver como termina este jogo.
Entretanto sexta há jogo no dragão.


domingo, 14 de janeiro de 2018

Antevisão da 18ª Jornada da Liga



1 – Aqui está a antevisão de Sérgio Conceição do jogo da 18ª jornada da Liga, frente ao Estoril.

““O ÚNICO PENSAMENTO É IR LÁ E GANHAR OS TRÊS PONTOS”
Treinador do FC Porto perspetivou a deslocação ao terreno do Estoril, da 18.ª jornada da Liga NOS A 18.ª jornada da Liga NOS vai levar o FC Porto até ao Estádio António Coimbra da Mota, palco do jogo com o Estoril, equipa que no entender de Sérgio Conceição está “mais consistente” desde a chegada de Ivo Vieira. Na antevisão da partida que se disputa esta segunda-feira, a partir das 21h00 (Sport TV 1), o treinador dos Dragões abordou diversos temas, mas deixou sempre o foco apontado ao compromisso que se segue, e que por isso é o mais importante para o FC Porto.
As dificuldades do costume
“Esperamos um jogo difícil, como são todos os jogos do Campeonato. Com a chegada do Ivo Vieira, o Estoril é uma equipa mais consistente, e há sempre o fator motivacional de jogar contra uma equipa grande. Qualquer equipa que jogue contra um dos três grandes está super motivada. O Estoril vai querer mostrar que tem valor e qualidade para quebrar o nosso ciclo vitorioso, mas o único pensamento que temos é ir lá e ganhar os três pontos.”
A importância da competitividade interna
“A competitividade é essencial num plantel, mas o mais importante é o espírito, independentemente do número de jogadores que se tem à disposição. No FC Porto ninguém está acomodado a nada e a rotação que tenho feito diz isso. Joga que trabalha bem todos os dias. O Herrera, por exemplo, não começou o Campeonato a jogar.”
Possíveis entradas
“Estivemos a fazer as contas e há equipas que têm mais 15 ou 16 jogos até ao fim da época, enquanto nós vamos ter 24 jogos em pouco mais de três meses. Vamos ver se é possível, ou não, ter mais uma ou outra solução para o plantel. No início estávamos condicionados peço fair-play financeiro e tivemos de arranjar soluções, mas o nosso trabalho é arranjar soluções, potenciando o grupo ao máximo.”
As queixas físicas de Brahimi e Marega
“Essas situações preocupam-me sempre, independentemente do número de jogadores que tenha o grupo. Falando desses dois jogadores, vamos esperar até à hora do jogo para tomar uma decisão, até porque é preciso pensar também no que aí vem. Na sexta-feira jogamos com o Tondela e depois temos a Final Four da Taça da Liga. Vamos ter que gerir essas situações da forma mais inteligente possível. Estamos em todas as frentes. É normal e natural que nos grandes clubes se jogue de três em três dias. Se tivéssemos mais soluções, melhor, mas não quero estas sempre a bater na mesma tecla. O que for possível, faz-se. Temos de nos focar no jogo com o Estoril e isso é o mais importante.”
A incoerência de Rui Vitória
“Tenho muita pouca vontade de me alongar mais sobre este assunto. Eu não voltei atrás no que disse, apenas lamentei um exemplo menos feliz da minha parte para com um colega meu de profissão. Falei de incoerência e mantenho o que disse, até porque assumo as minhas responsabilidades, pois sou direto e frontal. Eu não mando indiretas. Assumi a responsabilidade do exemplo menos feliz que dei, mas não tenho que pedir desculpa a ninguém. Eu respeito toda a gente, seja o roupeiro, o vendedor de pipocas ou o presidente. O verdadeiro limite é o respeito pela verdade desportiva. Aquilo que tem de falar por mim é a minha equipa, os resultados e o futebol que praticamos. Não faço parte de um grupo de pessoas que está sempre a dizer que sim a tudo. O limite do meu discurso pode não o ser para outra pessoa, mas respeito verdadeiramente toda a gente.”
Espírito forte no balneário
“Há um espírito muito bom dentro do balneário. Não há um jogador que tenha ganho um título pelo FC Porto e existe uma grande fome e ambição de conseguir títulos. Não há deslumbramento nenhum pois ainda não ganhámos nada. Temos mais uma volta para fazer igual ou melhor no Campeonato. Nunca me viram em grandes festas por isto ou por aquilo e quando festejo, é normal. Aquilo que as vitórias me dão é a responsabilidade de ganhar o próximo jogo.”
Jogar à Porto em casa ou fora
“Uma equipa grande como o FC Porto tem de preparar os jogos em casa ou fora da mesma maneira. A nível estratégico ou motivacional, tem de ser igual jogar em casa ou fora. Ter 45 mil no Estádio do Dragão é sempre diferente, mas a mentalidade, a ambição e a determinação têm de ser igual em casa ou fora.””

Em


2 – O meu palpite para a equipa titular é:
José Sá; Maxi, Filipe, Marcano e Alex Telles; Danilo, Herrera e Óliver; Ricardo Pereira/Layun, Aboubakar e Marega.

3 – Sobre o jogo
Não se espera um jogo fácil, mas espera-se que os comandados de Sérgio Conceição transformem as dificuldades em facilidades. Para tal, espera-se um FC Porto competente; concentrado; coeso; confiante; determinado; aguerrido; ambicioso; motivado; sólido; solidário; unido; e eficaz tanto a defender como a atacar.
Força FC Porto!

Crónica: Gil Vicente 0 – FC Porto B 1



Na manhã de domingo o FC Porto B deslocou-se ao terreno do Gil Vicente, em jogo a contar para a 20ª jornada da II Liga. No final do encontro verificou-se a vitória dos Dragões por 0-1.
Na antevisão deste jogo o treinador portista perspetivou um jogo com dificuldades: ““A vitória sobre o Benfica B foi importante, porque nos mantivemos no primeiro lugar. Fizemos uma boa exibição, conquistámos mais três pontos, mas já é passado. Há que pensar no próximo, que será extremamente difícil, contra um adversário que, em sua casa, vai querer dar o seu máximo para poder levar de vencida o jogo, mas estamos preparados para isso. Vamos tranquilos, tentar fazer aquilo que sabemos e bem para poder ganhar o jogo.”” Referiu que há um objetivo claro: ““Com um treinador novo há sempre aquela injeção de moral, mas vamos enfrentar as mesmas dificuldades a que estamos habituados, porque cada jogo nesta Segunda Liga é extremamente difícil. Vamos tentar fazer aquilo que nos compete com o máximo de rigor, para de facto tentar ganhar o jogo, porque é com esse objetivo que vamos a Barcelos.”” No que se refere às ausências de Diogo Dalot e Diogo Bessa, o treinador garantiu que: ““Temos trabalhado a pensar nas alternativas que temos para colmatar essas ausências. Temos outros jogadores jovens que querem mostrar o seu valor e espero que estejam à altura, porque têm qualidade, mas sejam eles quais forem acredito que vão dar uma boa resposta.””.
Vamos então ao relato dos acontecimentos nas quatro linhas.
O primeiro tempo foi pautado pelo equilíbrio entre ambas as equipas, com os Dragões a terem mais posse de bola. Ao minuto 7, os da casa protagonizaram uma boa ocasião para ativar o marcador, mas Diogo Costa não o permitiu. Mais tarde, minuto 28, do outro lado do campo, foi Fede Varela a ficar perto do golo, mas sem sucesso. Por isso o intervalo chegou com um nulo no marcador.
No segundo tempo, os gilistas entraram melhor e ficaram perto de marcar ao minuto 61, tentativa negada por Diogo Costa. Desse lance surgiu um canto e do mesmo outra oportunidade de golo para os da casa, desta feita negada por Luizão. Em futebol costuma-se dizer que quem não marca arrisca-se a sofrer e, de facto, foi o que aconteceu. Ao minuto 70 André Pereira colocou os Dragões em vantagem. Ao minuto 77, Galeno tentou ampliar a vantagem portista, no entanto, viu um defesa negar-lhe os festejos. E já no final os da casa beneficiaram de uma grande penalidade e, consequentemente, da possibilidade de igualar o marcador. Contudo, o guarda-redes dos B’S portistas, Diogo Costa, defendeu o remate, segurando assim os três pontos.
Com esta vitória o FC Porto B soma 40 pontos e lidera a II Liga, com mais 6 pontos que os perseguidores.